sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

COMO A CHINA PRETENDE SE TORNAR UMA SUPERPOTÊNCIA ESPACIAL?




A
China reafirma que "se opõe à instalação de armas ou a qualquer corrida armamentista no espaço exterior". As demais potências espaciais, exceto a Rússia, ainda não assumiram essa posição. A instalação de armas em órbita da Terra e a corrida por armamentos espaciais estão entre as maiores ameaças à sustentabilidade das atividades espaciais a longo prazo. A questão é crucial e está em debate hoje no Comitê das Nações Unidas para o Uso Pacífico do Espaço (COPUOS, na conhecida sigla em inglês). A manifestação chinesa consta do "Livro Branco sobre as Atividades Espaciais de 2011", lançado pelo governo às vésperas do ano novo, em 29 de dezembro, relatando o que realizou nos últimos cinco anos (desde 2006) e o que projeta realizar nos próximos cinco.

O documento dedica parágrafo especial ao tema "O desenvolvimento pacífico", onde frisa: "A China tem aderido sempre ao uso do espaço para fins pacíficos, e se opõe à instalação de armas ou a qualquer corrida armamentista no espaço exterior. O país se desenvolve e utiliza recursos do espaço de modo prudente e toma medidas eficazes para proteger o ambiente espacial, garantindo que suas atividades espaciais beneficiem toda a humanidade". E ainda: "A China trabalhará junto com a comunidade global para manter um espaço pacífico e limpo e oferecer novas contribuições à nobre causa de promover a paz mundial e o desenvolvimento".

Parte da imprensa viu o relatório espacial de Pequim como mera demonstração de um país candidato a "superpotência espacial", sobretudo pelos seus novos planos de exploração da Lua.

Eu diria que a China já é uma potência espacial, tanto pelas conquistas alcançadas, como pelo que planeja alcançar nos próximos anos. Desde 2006, ela efetuou 67 lançamentos que puseram em órbita 79 satélites com total êxito. Já realiza voos espaciais tripulados com seus próprios meios. Está construindo sua própria estação espacial e seu próprio sistema de navegação e posicionamento global, batizado de Beijou (Bússola), alternativo ao GPS americano – o Bússola já funciona e crescerá mais ainda nos próximos cinco anos, inclusive para monitorar o lixo espacial.

O problema é saber como, com que ideias e políticas, a China tem ganho status de potência espacial. Vejo pelo menos quatro tipos de questões importantes a examinar a propósito, no livro branco, em especial para países como o Brasil, que mantém cooperação espacial com a China: 1) A visão chinesa do espaço; 2) O papel do espaço no avanço industrial da China; 3) Políticas de desenvolvimento; e 4) Políticas e prioridades na cooperação internacional.

A visão chinesa do espaço – A China define o espaço como "riqueza comum da humanidade". A seu ver, "a exploração, o desenvolvimento e o uso do espaço são busca incessante da humanidade". Para o dragão asiático, "a posição e o papel das atividades espaciais são cada vez mais importantes para a estratégia de desenvolvimento geral de cada país ativo e aumentam sua influência sobre a civilização humana e o progresso social".

"Os propósitos da indústria espacial da China são: explorar o espaço e ampliar a compreensão da Terra e do Cosmos; usar o espaço para fins pacíficos, promover a civilização humana e o progresso social, e beneficiar toda a humanidade; atender às demandas de desenvolvimento econômico, desenvolvimento científico e tecnológico, segurança nacional e progresso social, e melhorar o conhecimento científico e cultural do povo chinês, proteger os direitos e os interesses nacionais da China, e construir uma força nacional abrangente.

A indústria espacial da China subordina-se e serve à estratégia nacional de desenvolvimento geral, e adere aos princípios de desenvolvimento científico, independente, pacífico, inovador e aberto."

São ideias de uma visão globalizada, em cujo centro estão a humanidade e a civilização humana. Os chineses não proclamam como prioridades a liderança exclusiva, a segurança e o interesse estratégico de um país ou grupo de países em detrimento dos demais, mas não também abrem mão do direito de proteger suas prerrogativas e interesses nacionais legítimos.

O papel do espaço no avanço industrial chinês – Esse capítulo e o seguinte são essenciais para entender o que move a China no espaço. E valem para países como o Brasil, com vocação e necessidades espaciais inequívocas, sobretudo pela extensão territorial e pelas riquezas naturais.

Eis alguns trechos sintomáticos do livro branco:

"O governo chinês faz da indústria espacial parte importante da estratégia geral de desenvolvimento da nação (…). Ao longo dos últimos anos, a indústria espacial da China tem se desenvolvido rapidamente, o que a coloca entre os países líderes do mundo em certas áreas relevantes da tecnologia espacial. As atividades espaciais desempenham papel cada vez mais importante no desenvolvimento econômico e social da China."
"Os próximos cinco anos serão um período crucial para a China construir uma sociedade moderadamente próspera, aprofundar a reforma e a abertura, e acelerar a transformação do padrão de desenvolvimento econômico do país. Isto trará novas oportunidades para sua indústria espacial."

"A China concentrará seu trabalho nos objetivos estratégicos nacionais, reforçará sua capacidade de inovação independente, se abrirá ainda mais ao mundo exterior e ampliará a cooperação internacional. Assim agindo, dará o melhor de si para fazer sua indústria espacial se desenvolver melhor e mais rápido."

"A China respeita a ciência e as leis da natureza. Tendo em mente a situação atual de sua indústria espacial, ela elabora planos e arranjos abrangentes de suas atividades ligadas à tecnologia, às aplicações e às ciências espaciais, para manter o desenvolvimento integral, coordenado e sustentável da indústria."

"Mantendo-se no caminho da independência e auto-suficiência, a China apoia-se em primeiro lugar na própria capacidade para desenvolver a indústria espacial destinada a atender às necessidades de modernização, com base em suas condições atuais e sua força."

"A estratégia da China para desenvolver a indústria espacial é reforçar sua capacidade de inovação independente, consolidar suas bases industriais e melhorar seu sistema de inovação. Executando importantes projetos de ciência e tecnologia espaciais, o país concentra sua força em fazer descobertas-chave para promover saltos no desenvolvimento neste campo.
"A China persiste em combinar independência e auto-suficiência com abertura para o mundo exterior e cooperação internacional. Empenha-se ativamente em promover o intercâmbio e a cooperação espaciais no campo internacional, baseados na igualdade e benefícios mútuos, no uso pacífico e no desenvolvimento comum, esforçando-se para promover o progresso da indústria espacial da humanidade."

Políticas de desenvolvimento – É interessante conhecer as diretrizes traçadas pela China para desenvolver a indústria espacial:

- Elaborar planos abrangentes e arranjos prudentes para as atividades espaciais; priorizar os satélites aplicados e as aplicações de satélites; desenvolver de forma adequada os voos tripulados e a exploração do espaço profundo; e apoiar ativamente a exploração científica do espaço.

- Fortalecer a capacidade de inovação em ciência e tecnologia espaciais; focar a execução de projetos de ciência e tecnologia espaciais e promover o avanço da ciência e tecnologia espaciais por meio de novas descobertas em tecnologias críticas e integração de recursos; empenhar-se na construção de um sistema inovador de tecnologia espacial, integrando indústria, academia e comunidade científica espaciais, com empresas e instituições de pesquisa de ciência e tecnologia espaciais como principais participantes; reforçar a pesquisa básica na área espacial e desenvolver múltiplas tecnologias de ponta para aumentar a capacidade de inovação sustentável em ciência e tecnologia espaciais.

- Promover vigoroso desenvolvimento da indústria de aplicações de satélites. Elaborar planos abrangentes e construir infraestrutura espacial; promover o uso público compartilhado de recursos de aplicações de satélite; promover empresas "clusters", cadeias produtivas industriais e mercado para aplicações de satélites.

- Fortalecer capacidades básicas em ciência, tecnologia e indústria espaciais; a construção de infra-estrutura para desenvolver, produzir e testar naves espaciais e veículos lançadores; a construção de laboratórios e centros avançados de pesquisa em engenharia para a ciência e tecnologia espaciais; e o trabalho em informatização, direitos de propriedade intelectual e padronização das atividades espaciais.

- Reforçar o trabalho legislativo. Promover ativamente pesquisas sobre o direito espacial nacional, formular e aperfeiçoar gradualmente leis, regulamentos e políticas industriais para orientar e regulamentar atividades espaciais, e criar legislação ambiental favorável a seu desenvolvimento.
- Garantir investimento sustentável e permanente às atividades espaciais; criar, gradualmente, um sistema de financiamento espacial diversificado e de múltiplos canais para garantir o investimento sustentável e permanente, em particular, para fornecer amplos recursos financeiros a importantes projetos espaciais de ciência e tecnologia, de satélites aplicados e de aplicações de satélites, de tecnologias de ponta e de pesquisas básicas.

- Incentivar organizações e pessoas de todas as esferas da vida para participarem de atividades espaciais; incentivar institutos de pesquisa científica, empresas, instituições de ensino superior e organizações sociais, sob a orientação das políticas espaciais nacionais, para que aproveitem as próprias vantagens e participem ativamente das atividades espaciais.

- Fortalecer a formação de profissionais para a indústria espacial; desenvolver um ambiente favorável ao desenvolvimento de profissionais, promovendo figuras de proa na indústria espacial e constituindo um contingente profissional bem estruturado e altamente qualificado no curso da execução de projetos relevantes e pesquisas básicas; dar publicidade ao conhecimento e à cultura espaciais, e atrair pessoal de alto nível para a indústria do setor."

Políticas e prioridades na cooperação internacional – Eis a lista apresentada:
"- Apoiar as atividades de uso pacífico do espaço, no âmbito das Nações Unidas, bem como as atividades de todas as organizações espaciais intergovernamentais e não-governamentais que promovam o desenvolvimento da indústria espacial;

- Dar ênfase à cooperação espacial da região Ásia-Pacífico e apoiar a cooperação espacial em outras regiões do mundo;

- Reforçar a cooperação espacial com os países em desenvolvimento e valorizar a cooperação espacial com os países desenvolvidos;

- Incentivar e endossar os esforços dos institutos nacionais de pesquisa científica, empresas industriais, instituições de ensino superior e organizações sociais para que desenvolvam o intercâmbio e a cooperação espacial internacional em diversas formas e em vários níveis, sob a orientação das políticas de Estado, leis e regulamentos pertinentes;

- Utilizar de modo apropriado os mercados interno e externo, recursos de ambas as fontes, e participar, ativamente, da cooperação espacial internacional."

O livro branco também afirma:
"O governo chinês sustenta que cada país do mundo tem direitos iguais de explorar, desenvolver e usar livremente o espaço e os corpos celestes, e que as atividades espaciais de todos os países devem beneficiar o desenvolvimento econômico, o progresso social das nações, a segurança, sobrevivência e desenvolvimento da humanidade.

A cooperação espacial global deve se submeter aos princípios fundamentais enunciados na "Declaração sobre a Cooperação Internacional na Exploração e Uso do Espaço Exterior em Benefício e no Interesse de todos os Estados, levando em espacial consideração as necessidades dos países em desenvolvimento" (aprovada pela Assembleia Geral das Nações Unidas, em 1996).

O intercâmbio internacional e a cooperação devem ser reforçados para promoverem o desenvolvimento espacial inclusivo, com base na igualdade de direitos e benefícios mútuos, uso pacífico e desenvolvimento comum."
Tudo indica que o enfoque chinês da cooperação é não excludente e não discriminatório, isto é, não procura impedir os demais países de desenvolverem tecnologias espaciais.

Todas essas concepções e decisões práticas foram omitidas em grande parte das informações divulgadas pela imprensa sobre o novo documento chinês, que merece exame ainda mais profundo.


( Fonte: Chefe da Assessoria de Cooperação Internacional da Agência Espacial Brasileira - AEB )

Pelo menos 3 mudança polo nos últimos 100,000 anos!



Pelo menos 3 pole mudanças nos últimos 100,000 anos!
Em seu livro "The Path of the Pole", o professor Charles
Hapgood
escreve:

"Encontrei evidências de três posições diferentes do Pólo Norte, em tempo recente.Durante a última glaciação da América do Norte, o pólo parece ter ficado em HudsonBay, aproximadamente na latitude 60 graus norte e longitude 83 graus oeste. Parece ter-se deslocado para o local presente no meio do Oceano Ártico cerca de 12.000 anos atrás.

Os métodos de datação radioativa sugerem ainda que o pólo chegou a Hudson Baycerca de 50.000 anos atrás, tendo sido localizado antes que o tempo no Mar da Groenlândia, aproximadamente na latitude 73 graus norte uma Longitude 10 graus Leste.Trinta mil anos antes, o pólo pode ter sido no Distrito de Yukon, no Canadá. "

Se o Norte Pólo mudanças, as mudanças Pólo Sul também. Hapgood escreve o seguinte:

"Poderosa confirmação de outro dos corolários de um poste localizado na baía de Hudson vem da Antártida. Com um Pólo Norte a 60 graus de latitude norte e 83 graus de longitude oeste, o Pólo Sul correspondente teria sido localizado a 60 graus sul e 97 graus Leste no oceano ao largo da Costa Mac-Roberston de Queen Maud Land, na Antártida.Isto colocaria o Pólo Sul cerca de sete vezes mais longe da cabeça do mar de Ross, na Antártida do que é agora (veja a figura). Devemos esperar, então, que o Mar de Ross não teria sido glacial naquele momento.







Temos a confirmação de fato precisamente isso ... "



O Enterro do Atlantis
Atlantis foi parcialmente destruído após o cataclismo de 21 de Fevereiro 21,312 BC. O norte foi enterrado sob o Polo Norte na existência naquele tempo (o círculo a região polar). Polo da Terra, de 27 de julho de 9792 BC enterrado Atlantis (após as mudanças dos pólos) completamente sob o Polo Sul



sábado, 31 de dezembro de 2011

FELIZ 2012 A TODOS !!!!!!

UM ÓTIMO ANO DE 2012 QUE SEJA UM ANO REPLETO DE ALEGRIA, SAÙDE E FELICIDADE TODOS NÓS.
E NOS PÍORES MOMENTOS DO ANO NÃO ESQUEÇA SEJA FELIZ .


sábado, 18 de junho de 2011

O aumento em terremotos até 2012



Como eu têm alertado há algum tempo sobre as mudanças que virão em 2012, os terremotos estão se tornando muito mais violenta. A freqüência ea intensidade dos terremotos estão a aumentar, o número de mortes estão aumentando, danos à propriedade é de montagem e do impacto na economia já instável do mundo está sendo empurrado para os limites incontroláveis.
 
De acordo com o Serviço Geológico dos EUA (USGS) , existem literalmente milhares de eventos terremoto em todo o mundo em um determinado ano. A maioria desses terremotos são trimmers menores que são aparentemente insignificantes e não representam um perigo à vida ou à propriedade. Embora esses eventos são monitorados e controlados como potenciais sinais de alerta de terremotos muito maiores, eles não são exibidos com destaque no site do USGS.
 
O site do USGS tem, no entanto manter uma lista de execução do que eles consideram " Terremotos significativos ". Esta lista é composta de atividade terremoto que mede 3.0 ou superior na escala de magnitude Richter. Após uma avaliação destas estatísticas terremoto, os resultados são um pouco surpreendentes.
 
No ano de 2008, houve 58 eventos terremoto significativo em todo o mundo. Conservadora, considerando que um de magnitude 7,0 ou superior terremoto pode drasticamente a vida humana efeito, 12 dos eventos de 2008 foram iguais ou superiores a 7,0.

Em 2009, havia 72 terremotos classificadas como significativas, com 17 medindo 7.0 ou superior.

Embora o número de eventos significativos terremoto diminuiu para 68 em 2010, o número de 7.0 ou superior terremotos de magnitude aumentou para 22.
 
Menos de três meses no ano de 2011, já vimos 18 eventos terremoto significativo. Do que 18, incluindo o recente terremoto no Japão, seis foram classificados como 7.0 ou superior.
 
Embora tenha havido um aumento evidente do número de terremotos de magnitude 7,0 + ao longo dos últimos três anos, o aumento constante da intensidade dos terremotos 8.0 ou superior e os efeitos que eles estão tendo sobre a terra é ainda mais assustador.
 
Em setembro de 2009 houve um terremoto de magnitude 8,1 nas Ilhas Samoa. Em fevereiro de 2010 o Chile experimentou um 8.8, eo mar 2011 terremoto no Japão, teve uma magnitude de 8,9 que estava determinado a ser o maior terremoto registrado na história do Japão, eo maior 7 registada na história mundial.
 
O aumento dramático em intensidade destes últimos três terremotos 8,0 + não só provou ser o mais devastador em termos de perda de vidas e bens, mas tem literalmente mudou avis da Terra.
 
Se as estatísticas são alguma indicação, podemos ter certeza de que o próximo terremoto 9.0 ou superior está ao virar da esquina, e todos os sinais apontam para os Estados Unidos como o próximo alvo.
 
Não é uma questão de "se" mais, agora é uma questão de "quando".

terça-feira, 14 de junho de 2011

Mito da Criação Asteca

O mito da criação asteca que conta como o mundo se originou é chamado a Lenda do Quinto Sol. Várias versões diferentes deste mito existe porque as histórias eram originalmente transmitido pela tradição oral, e porque os astecas adotado e modificado deuses e mitos de outras tribos.

A Lenda do Quinto Sol

Segundo a mitologia asteca, o mundo foi a quinta era de um ciclo de criação e destruição, durante o qual diferentes deuses primeiro governou a terra através de um elemento dominante, e então destruído. Estes mundos foram chamados de sóis.


Ometeotl
 
O criador do mundo era o Ometeotl deus, que era macho e fêmea e deu à luz quatro tezcatlipocas do Leste, Norte, Sul e Oeste. Esses deuses acabaram por criar o mundo e todas as outras divindades.
 
Em seguida, eles tiveram que dar a luz aos seres humanos e para isso, um dos deuses tiveram que se sacrificar para o fogo. O primeiro deus a sacrificar-se foi Tezcatlipoca. Este primeiro mundo era habitado por gigantes e chegou ao fim quando os gigantes foram devorados pelas onças.


Quetzalcoatl

 
O segundo mundo, ou do sol, era governada por Quetzalcoatl, a terra era povoada por seres humanos. Este mundo chegou ao fim através de furacões e enchentes. Os sobreviventes fugiram para o topo das árvores e foram transformados em macacos.



 
O Terceiro Sol foi dominado pela água e sua deidade dominante era Tlaloc . Povos que habitaram este mundo comeu sementes aquáticos. Este mundo chegou ao fim quando o deus Quetzalcoatl fez chover fogo e cinzas. Os seres humanos que não morreram se as aves e os outros foram substituídos por outros animais.




 
O Quarto Sol foi governada pela deusa Chalchiuthlicue , irmã e esposa de Tlaloc. Um grande dilúvio marcou o fim do mundo e todas as pessoas se transformaram em peixes. A nova versão do mito diz que, no final dessa época, os deuses se reuniram em Teotihuacán para decidir quem tinha de sacrificar a si mesmo para que o mundo novo para começar. O Huehueteotl deus, o deus do fogo de idade, começou uma fogueira sacrificial, mas nenhum dos deuses mais importantes queria saltar para dentro das chamas. Só Deus o velho Nanahuatzin teve a coragem de saltar para dentro das chamas e se tornou o novo sol.



Tonatiuh
 
O Quinto Sol era o mundo em que viviam os astecas. Tonatiuh o deus sol era a deidade. Os astecas se consideravam o "Povo do Sol" e, portanto, seu dever era para nutrir o dom de Deus através de oferendas e sacrifícios de sangue. Na falta de fazer isso teria causado o fim do seu mundo, o desaparecimento do sol no céu. Este mundo é caracterizada pelo signo Ollin, que significa movimento. De acordo com as crenças astecas, este indicou que este mundo chegaria a um fim através de terremotos.
 
Uma versão deste mito é gravado no famoso Calendário Asteca de Pedra, uma escultura de pedra colossal cujas imagens se refere a uma versão deste conto criação ligada à história asteca.

 

Mitologia Asteca

Ehecatl
Ehecatl



A "mitologia" termo carregado de conotações religiosas de um ponto de vista ocidental, não é muito apropriado para o sistema mesoamericano, que foi baseado no naturalismo religioso. Como todos os povos, antigos americanos se sentiu obrigado a explicar fenômenos importantes que ocorrem em seu ambiente, começando com as suas origens eo seu lugar no universo. Eles inventaram histórias de seu universo para ajudar a determinar o que era importante.


Estas crenças formadas no tecido da sua religião. Para os povos antigos da América Central, nós consideramos essas histórias como "mitos" têm a mesma função que a ciência e / ou a religião cristã na sociedade ocidental, e que qualquer religião ou qualquer sistema crenças em qualquer parte do mundo: eles deram vida a um quadro conceitual para a compreensão dos mistérios do universo.

Ninguém sabe exatamente quantos deuses cultuados pelos astecas, um povo muito religioso, que se instalaram em Tenochtitlan na actual área do México. Além de seus próprios deuses, os astecas aprovou todos os deuses dos povos conquistados. Para alguns eventos, havia muitos deuses, cujas atribuições, como estamos ainda muito mal compreendido.
Esses deuses monstruosos inumeráveis ​​em sua representação, grandes amantes do sangue, a sensibilidade e fé, confrontaram dos conquistadores que lutaram arduamente para destruir e queimar todos os vestígios do passado pré-colombiano. Por si só arcebispo Juan de Zumárraga queimados ou destruídos e dezenas de milhares de obras de arte e Codex preciosas.
Religião penetrou quase todos os aspectos da cosmologia vida mesoamericano e era inseparável de conceitos religiosos. Desde o início do período, os participantes adquiriram um forte significado religioso, o simbolismo ritual manifestado através da arte e arquitetura. As primeiras expressões físicas das práticas religiosas entre os olmecas apareceram no centro-sul da costa do golfo e, em seguida, pouco depois, no planalto central e do sul. Havia centros cerimoniais a arquitetura elaborada, todos os tipos de figuras e símbolos em cerâmica e pedra estelas gravadas. Não sabemos com precisão a natureza da religião praticada nesses cerimoniais início de gravidez, mas é identificado numerosas divindades.

História dos astecas

Mapa de Tenochtitlán, capital do Império asteca fundada em 1325 onde é hoje a Cidade do México.
Os povos indígenas da Mesoamérica, que fundou um império no México. Em sua língua, um dialeto do Nahuatl, o nome (Azteca), o povo de Aztlan, a origem lendária da tribo. Eles também se chamavam astecas (pronuncia-se "Méchica). Sua capital, Cidade do México, deu seu nome a todo o país. De acordo com a sua história tradicional, que tinha estabelecido em Aztlan, em meados do século segundo e viveu mais de mil anos. Na segunda metade do século XII (1168?), Eles deixaram este país, podemos localizar o noroeste do México, atual ou do sudoeste Estados Unidos hoje, ir para o sul em um migração longa, liderada por sacerdotes chamados soldados "carregando deuses" de acordo com os oráculos da divindade tribal, Huitzilopochli.

CRONOLOGIA

200 aC Primeira tolteca conhecido no vale de Anahuac.
100 dC Construção do Templo do Sol, em Teotihuacan.

510 Os toltecas construíram o Templo da Lua em Teotihuacan.

770 templos dedicados a tolteca de Quetzalcoatl.

900 tolteca de Tula centro novo.

1156 Destruição de Tula por chichimecas. Os toltecas liquidados em Xicalango.

1200 Desaparecimento dos toltecas.

1250 Os astecas estabeleceram-se perto do lago Texcoco, em uma área que eles chamam de Tenoch.

1299 Chegada dos astecas em Chapultepec.

1323 Culhuacan declarou guerra aos astecas e caça de suas terras.

1325 Fundação de Tenochtitlán, a capital do império asteca.

Acamapichtli 1375, Prince of Culhacan tornou-se governador dos astecas em Tenochtitlán.

1414 Chimaepopoca Eleitoral.

1427-1440 Reinado do quarto rei asteca Itzcoatl;

estabelecer a hegemonia sobre todo o vale astecas do México.

1428 Criação da tríplice aliança entre as cidades de Tenochtitlán e Macopan Texococo. guerra sistemática contra os seus vizinhos astecas.

Implantação

Cerca de um quarto de século depois, são encontrados na região de Tula, a 100 km ao norte do México, onde permaneceu 20 anos. Este é, sem dúvida, que começaram a absorver as crenças e costumes da antiga civilização tolteca praticava, que tinha sido a capital de Tula. Eles, então, comemorado pela primeira vez na montanha Coatepec, o rito do fogo novamente. Às vezes, em conflito, às vezes aliando-se por casamentos de pessoas no local, os astecas entraram no século XIII no vale central do México até o noroeste (Zumpango, Xaltocan). Eram cidades-estados com altamente organizada e guerreira. Sua primeira tentativa de criar um Estado independente terminou em desastre: o chefe asteca elevado à dignidade de soberano Huitzilihuitl um foi capturado e sacrificado.
Tornou-se vassalos de cidades poderosas, não possuindo território próprio, os astecas, eventualmente se refugiaram nas ilhas e as terras baixas pantanosas da lagoa. Em 1325, eles fundaram um povoado de cabanas de junco, do México, também chamado de Tenochtitlan ("lugar onde o cacto cresce sobre a rocha"): o seu deus lhes deu a ordem para liquidar onde viram uma águia pousada em um cacto devorando uma cobra. Somente cinqüenta anos depois, eles foram finalmente capazes de organizar estado. Sua primeira régua, Acamapichtli, estava ligado a uma família nobre de origem tolteca. governantes astecas das onze, quatro morreram de forma violenta:
Chimalpopoca, assassinado a mando do rei de Azcapotzalco;

Tizoc, provavelmente envenenado;

Moctezuma II, que foi morto pelos espanhóis ou por um projétil lançado por um guerreiro asteca Cuauhtemoc, enforcado por Cortés.

Acamapichtli 1375 - 1395 Tizoc 1481 - 1486
Huitzilihuitl II 1395 - 1414 Ahuitzol 1486 - 1502
Chimalpopoca 1414 - 1428 Moctezuma II 1502 - 1520
Itzcoatl 1428 - 1440 Cuitlahuac 1520
Moctezuma I 1440 - 1469 Cuauhtemoc 1520 - 1524
Axayacatl 1469 - 1481

Império Asteca

Isto é comumente chamado de "Império Asteca", nasceu em 1428-1429, sob a forma de uma tríplice aliança. Os três estados de Tenochtitlan, Texcoco e Tacuba tornaram-se sócios após a derrota da dinastia de Azcapotzalco militarista, que exerceu sua hegemonia sobre o Vale Central. Na verdade, o Tlatoani asteca a ser investido nas funções de chefe das forças confederadas, ele rapidamente se tornou o líder supremo, o imperador do México conquistou. Após a apresentação do primeiro conjunto do vale, os astecas e seus aliados ampliaram sua dominação para o leste (shelf-Puebla Cholula, Gulf Coast), Sul (Morelos, costa do Pacífico), a norte e noroeste (prateleira Toluca, Tula e Xilotepec, Baixa Panuco), Sudeste (Oaxaca, no Istmo de Tehuantepec, Maya província Soconusco). No início do século XVI, o Império reuniu membros da comunidade de variados grupos étnicos (Nahua, Otomi, Huaxtecs, Mixtec, Maùaltzincas, zapotecas, etc.) Agrupados para fins de administração em 38 províncias tributária. Cada província era para pagar os funcionários asteca (calpixque) de determinadas quantidades de géneros alimentícios, têxteis, metais preciosos, penas de aves tropicais, materiais de construção, de borracha, jade, armas, etc., De acordo com as escalas cuidadosamente mantidos pela escribas. Fora dessa obrigação, as cidades e aldeias considerável autonomia, regido de acordo com seus costumes e seus cultos praticados em particular. Algumas cidades, fronteiras, foram colocados sob a autoridade dos governadores apoiados por tropas da guarnição asteca. Alguns pequenos estados, os amigos (Teotiùan) ou (naxcala) hostil, encravados no império, tinha preservado sua independência.