domingo, 15 de agosto de 2010

Documento Russo revela ocorrência de grandes transformações




Em 1997, o Dr. Alexey Dmitriev (Professor de Geologia e Mineralogia, membro chefe do Departamento Siberiano da Academia Russa de Ciências, Especialista em Ecologia global), escreveu um texto intitulado: "ESTADO PLANETÁRIO FÍSICO DA TERRA E DA VIDA".

"As atuais alterações físicas da Terra estão se tornando irreversíveis. Existe forte evidência de que estas transformações estão sendo causadas por material altamente carregado e de não uniformidade energética no espaço anisotrópico interestelar que tem se quebrado na área interplanetária de nosso sistema solar.

Esta "doação" de energia está produzindo processos híbridos e estados excitados de energia em todos os planetas, bem como no Sol. Os efeitos aqui na Terra estão para serem encontrados na aceleração da mudança de pólo magnético, na distribuição vertical e horizontal do conteúdo de ozônio, na aumentada frequência e magnitude de significativos eventos catastróficos climáticos.

Há a crescente probabilidade de que estamos nos movendo para um rápido período de instabilidade de temperatura similar àquele que aconteceu há 10.000 anos. As respostas adaptativas da biosfera e humanidade, a estas novas condições podem levar a uma total revisão do alcance das espécies e vida na Terra.

É somente por meio de um profundo entendimento das mudanças fundamentais que ocorrem no meio ambiente natural que cerca os nossos políticos e cidadãos que seremos capazes de alcançar o equilíbrio com o renovado fluxo do estado planeta físico e seus processos."


INTRODUÇÃO

Atualmente em processo, alterações geológicas, geofísicas e climáticas na Terra se tornam mais e mais irreversíveis. Neste momento, pesquisadores, estão revelando algumas das causas que estão levando a uma reorganização geral da eletromagnetosfera [o esqueleto eletromagnético] de nosso planeta e de sua máquina climática. Um maior número de especialistas em climatologia, geofísica e heliofísica está tendendo para uma sequência causal cósmica do que está acontecendo. De fato, eventos da última década dão forte evidência de significativas transformações heliosférica e planeta físico. Dada a qualidade, quantidade e escala destas transformações, podemos dizer que:

Os processos climáticos e biosféricos, aqui na Terra, estão diretamente impactados, ligados a processos dominantes transformacionais ocorrendo em nosso Sistema Solar.

Devemos começar a organizar nossa atenção e pensar entender que as mudanças climáticas na Terra são somente uma parte, em uma cadeia inteira de eventos ocorrendo em nossa heliosfera.

Estes profundos processos físicos, estas novas qualidades de nosso meio ambiente físico e geológico, imporão desafios adaptativos especiais a nossa biosfera que terá com estas novas condições físicas da Terra que precisaremos distinguir a tendência geral e a natureza das mudanças.

Como veremos abaixo, estas tendências podem ser rastreado na direção do crescimento da capacidade de energia planetário [capacitância] que está levando a um estado altamente excitado ou carregado de alguns sistemas da Terra. As transformações mais intensas estão ocorrendo nos envelopes gás plasma planetário de onde as produtivas possibilidades de nossa biosfera são cronometradas.

Atualmente este novo cenário de excesso de energia está sendo formado e observado:

Na ionosfera pela geração de plasma.
Na magnetosfera por tempestades magnéticas.
Na atmosfera por ciclones.

Este fenômeno de alta energia atmosférica, que foi raro no passado, está agora se tornando mais freqüente, intenso e mudado em sua natureza. A composição material do envelope de gás-plasma também está sendo transformada.

É muito natural para toda a biota da Terra ser submetido a estas condições de mudança do campo eletromagnético e as profundas mudanças significativas da máquina climática da Terra. Estes processos fundamentais de mudança criam uma demanda dentro de todos os organismos vivos da Terra para novas formas de adaptação.

Novas profundas qualidades de vida podem advir, trazendo o novo estado físico da Terra a um equilíbrio com as novas possibilidades orgânicas de desenvolvimento,reprodução e perfeição. Neste sentido é evidente que estamos diante de um problema de adaptação da humanidade a este novo estado da Terra; novas condições da Terra cujas qualidades biosféricas estão variando e não uniformemente distribuídas.


A TRANSFORMAÇÃO DO SISTEMA SOLAR

Listaremos os recentes eventos em larga escala no Sistema Solar objetivando entender completamente as transformações planeta físicas que estão ocorrendo. Este desenvolvimento dos eventos, como tem se tornado claro nos últimos poucos anos, está sendo causado pela não uniformidade material e energética no espaço anisotrópico interestelar. Este tipo de plasma dispersado no espaço interestelar é apresentado pelas estruturas de faixas magnetizadas.

Em resposta a esta doação de energia/matéria temos observado inúmeros eventos de larga escala:

- Uma série de grandes transformações físicas planetárias.

- Uma mudança na qualidade do espaço interplanetário na direção de um aumento em suas propriedades transmissoras interplanetárias e solares.

- O aparecimento de novos estados e novos regimes de atividade do sol.

Escrita Cuneiforme Assíria


A escrita dos assírios constituía-se de pequenas cunhas feitas com estilete em tabuletas de argila - é chamada de escrita cuneiforme. Descobriram-se milhares de tabuletas na biblioteca de Assurbanipal em Nínive, conhecendo-se grande parte da história do Império Assírio a partir da leitura.
Um dos primeiros sistemas de escrita foi a cuneiforme, dos babilonios e assírios, sistema que deve ter originado da Suméria: consta de 600 caracteres, cada um dos quais representa palavras ou sílabas escritas em tábuas de argila ou pedra. Deve-se às transcrições dessa forma de escrita o que hoje conhecemos do povo Assírio.
O aramaico
Era a língua falada pelos povos ao Norte e Nordeste de Canaã, da Síria até o Alto Eufrates. O aramaico é um idioma semítico falado desde 2000 a.e.c. em Harran e Síria. A influência do aramaico foi profunda sobre o hebraico, começando no cativeiro do reino de Israel em 722 a.e.c, na Assíria e continuando através do cativeiro do reino de Judá em 587 a.e.c. na Babilônia. No ano 536 a.e.c. quando Israel começou a regressar do exílio, falava o aramaico como língua vernácula. E é por essa razão que no tempo de Esdras, as escrituras ao serem lidas em hebraico, era preciso que o seu significado fosse explicado. (Neemias 8:5,8).
Com o tempo o aramaico tornou-se a língua popular dos judeus e nações vizinhas; estas foram influenciadas pelo aramaico devido às transações comerciais dos Arameus na Ásia Menor e Litoral do Mediterrâneo. Em 1000 a.c o aramaico já era a língua internacional do comércio nas regiões situadas ao longo das rotas comerciais do Oriente. O aramaico é também chamado de "Siríaco" (Daniel 2:4; Esdras 4:7 e também "Caldaico" (Daniel 1:4).
O aramaico tinha também o mesmo alfabeto que o hebraico, apenas diferia nos sons estruturais de certas partes gramaticais. Como o aramaico não tinha vogais, era muito parecido com o hebraico.
Uma prova da capacidade de organização e preservação do conhecimento e da cultura dos assírios é a biblioteca de Assurbanipal II (aprox. 669-626 a.e.c.) que se localizava em Nínive.
Os eruditos da corte assíria reuniram ali quase toda a herança cultural, babilônica principalmente. A biblioteca continha mais de 25 mil placas de argila (material que era utilizado para a escrita da época), as quais os arqueólogos ainda encontram em sítios arqueológicos. Preservaram a literatura e produziram também a sua própria. A qual grande parte está em forma de cartas, relatórios, augúrios e registros históricos das façanhas reais e dos acontecimentos nos seus reinados.

O Calendário Maya A ascensão da Terra

Todo ano, automaticamente, o mundo comemora o nascimento de Jesus Cristo e a chegada de um novo ano. Evidentemente que todo e qualquer momento em que as pessoas se reúnem para comemorações e atitudes de paz, deve ser aproveitado para fortalecer o momentum de energia. Isso pode ser feito com meditações, rituais sagrados ou simplesmente festa. Mas do ponto de vista que explica o porquê de usarmos calendários alguns pontos devem ser considerados.
Usamos calendários para marcar os ciclos, e os ciclos sempre compreendem algum processo que tem começo e término, dando início a um novo sistema de ações, em alguma esfera, de algo no Universo que vai ser criado, formado, transformado e transcendido. Isso é o tempo, um processo energético que pode ser longo, exaustivamente eterno, curto, ultra-rápido, hiper-acelerado, veloz a ponto de romper barreiras. Sendo o tempo uma veículo de expressão da criação ele obedece ciclos e ritmos que estão interligados e inter-relacionados. Esses ciclos e ritmos são descritos, e acompanhados, à medida em que são organizados em tabelas comparativas e sincrônicas, essas tabelas são os calendários.
O Calendário Gregoriano é um sistema de marcação de tempo irregular, arbitrário e artificial, não tem nada a ver com nosso processo biológico terrestre, nem lunar e nem solar. Criado a partir do círculo de 360 graus, na Babilônia, passou por várias alterações. No Império Romano, dependendo dos interesses econômicos e políticos, o ano poderia ter até 18 meses. Na época do Imperador Numa Pompilo, existia um mês chamado mercedônius, nome que deriva da palavra mercês que significa impostos. Esse mês era o da cobrança de impostos, ele ocorria no começo, no meio, ou no fim do ano de acordo com o que estivesse em questão. Se interessava reduzir o tempo de poder de um imperador, marcava-se o mercedônius e terminava-se o ano, mas se a intenção era prorrogá-lo, adiava-se ao máximo o mercedônius. Foi o Imperador Júlio César que promoveu a reformulação da bagunça, estabelecendo os anos bissextos, e por isso foi criado o mês de Julho para homenageá-lo. Mais tarde o imperador Augusto também fez correções, e como Julho tinha 31 dias, Agosto em homenagem a Augusto, também teria 31 dias.
Com o passar dos anos ninguém questionou o fato dos meses não corresponderem ao que dizem os seus nomes: setembro não é o mês 7, Outubro (de october) não é o mês 8, Novembro não é o mês 9, e nem Dezembro é o mês 10. E mais, se forem somados os dias que excedem o dia 28 de cada mês teremos a Décima Terceira Lua que ficou oculta na demarcação do calendário gregoriano. Por exemplo: some quantos dias resultam dos 29, 30 e 31 de todos os meses. 28 dias no total, o mês que existe na seqüência das 13 luas de 28 dias, que é um perfeito calendário baseado no ciclo da Lua, corpo celeste que rege toda molécula de água do planeta, a seiva das plantas, as marés, os líquidos orgânicos, o ciclo menstrual das mulheres. Aliás, a palavra mês, tem o mesmo radical de menstruação, exatamente por ser o ciclo menstrual sincronizado com o ciclo da lua. As tradições que cultuam a Deusa têm informações de como o poder feminino tem sido reduzido e manipulado pela alteração de ciclos e ritmos calêndricos. Mulheres, o ciclo de prata tem 13 luas de 28 dias. Multiplique 13x28= 364 dias. O dia 365 corresponde ao DIA FORA DO TEMPO, O DIA VERDE, O DIA DO PERDÃO UNIVERSAL, O DIA DA TERRA, ele ocorre no dia 25 de julho do Calendário Gregoriano.
No dia fora do tempo (25 de julho) comemora-se uma pausa interdimensional entre os dois ciclos de 13 luas de 28 dias. No dia seguinte, o dia do ano novo, dia 1 da Lua Magnética – 26 de Julho do calendário gregoriano - ocorre a ascensão máxima da estrela Sírius. Nesse dia ela nasce no horizonte junto com o Sol. Teria sido ela a orientar os Reis Magos????? Afinal, segundo a Bíblia, havia uma combinação entre as primas Maria e Isabel. Ambas grávidas à mesma época, acertaram entre si acender uma fogueira, aquela que primeiro tivesse o filho. No Nordeste brasileiro e em todo o Brasil, principalmente pelo interior, comemora-se com fogueiras o Dia de São João em 24 de Junho. São João Batista, o anunciador, chamado batista por ter realizado batismos no Rio Jordão. Se João Batista nasceu em Junho, teria o menino-luz nascido na ocasião da ascensão da estrela Sírius????
O Calendário criado na Babilônia não corresponde a nenhum ciclo terrestre por que esse não era o objetivo. O calendário dos 12 meses, obedecendo o círculo de 360 graus é um fractal da órbita de um outro planeta, o planeta dos colonizadores. Eles precisavam saber quantos anos da Terra equivalem a um ano do planeta deles, não só por motivos astronômicos e astronáuticos, mas também para efeito administrativo. É como funciona pra gente o fuso horário. Que horas são em Brasília se estamos na Ucrânia???? Se queremos falar com Brasília temos que sincronizar o tempo em Brasília, ok?
Pois bem, os Mayas, estiveram na América Central no período entre 550 a.C. e 850 d.C. aproximadamente. Há divergências entre os pesquisadores, mas isso é o de menos. O que importa é perceber que eles chegaram um pouco antes e “partiram” um pouco depois do período que marca o ponto zero da história contemporânea, o nascimento de Cristo. Eles construíram templos e descreveram ciclos de tempo com medidas astronômicas. Eles registraram eventos ocorridos há 400 milhões (milhões) de anos. Eles conheciam as órbitas de outros planetas e sistemas estelares, e usavam simultaneamente 17 calendários, baseados nessas referências.
O principal calendário utilizado pelos mayas é o TZOLKIN, palavra que significa CONTAGEM SAGRADA DOS KINS. Kins, são unidades, é o um dos mayas, representa um dia, um sol, e como as pessoas nascem num dia, cada indivíduo também é chamado de kin. O tzolkin é uma matriz da constante galáctica de 260 unidades, isso é uma freqüência de tempo. 13 refere-se aos 13 tons da criação. Esses tons traduzem as funções das fases da criação – do propósito à transcendência. E 20 são os arquétipos (selos solares), os “tipos”, os modelos, digamos assim, do ser interagir com a vida e a realidade. Ton e selo juntos formam um kin. Uma unidade de informação básica para o desenvolvimento da consciência, a energia galáctica ativada no dia de nascimento da pessoa. Assim como as 13 luas de 28 dias, mais o dia fora do tempo, formam o ciclo lunar, o Tzolkin também tem sua mágica: 13x20= 260, fractal do grande ciclo de 26 mil anos. 26 = 2x13 ou 260 dias correspondem a 9 meses. É o tempo normal de gestação. O que isso quer dizer? Que provavelmente somos concebidos pelo pai no ventre da mãe no mesmo kin em que nascemos, uma vez que os kins se repetem a cada 260 dias, 9 meses. E somos nutridos pelo sangue regulado pelos 28 dias da menstruação desse mesmo ventre quando fertilizado. É por isso que o Kin é chamado de Portal Galáctico, é nossa porta de entrada no planeta Terra. Homens, o Tzolkin é o ciclo ouro, baseado no giro galáctico, cujo reflexo é o sol.
E depois que nascemos o que acontece? Os mayas galácticos, na condição de engenheiros do tempo, sabiam que 13:20 é a freqüência da Biosfera regida pelos ritmos galácticos. Cada nascimento representa a impressão da individuação desses intercâmbios energéticos terrestres-lunares e solares-galácticos. Quem nasce vai interagir com a Terra, e disso não falo como personalidade, mas como células do grande corpo planetário. Somos as células nervosas da Terra, formamos a malha mental de seu organismo, utilizamos seus tecidos e fluxos. Tudo que temos, desde o corpo, de grampo de cabelo a ônibus espacial, tudo vêm desse relacionamento e de suas substâncias, seus elementos químicos derivados, suas texturas sub-divididas em reinos mineral, vegetal e animal.
Os mayas descreveram a rota segura de evolução através do Tzolkin, o uso consciente desses ciclos de tempo, todos inseridos no calendário que está sendo divulgado hoje em escala mundial. Ele revela ao ser as mudanças que precisam ser feitas no sentido de expressar o kin planetário, um ser desperto com corpo de luz ativado, em comunhão com a Terra e os seus ritmos. Um ser consciente que desfruta dos seus direitos biosféricos: Terra livre, água livre, ar livre, TEMPO LIVRE. Quando utilizamos o calendário maya conscientemente, e não como uma excentricidade que alimente a vaidade, funcionamos como se estivéssemos plugados numa internet biosférica, somos informados e estamos informando tudo. Estamos na Ordem Sincrônica. Não precisamos nos sacrificar para obter o que a natureza oferece de graça. Os ciclos que compõem o calendário maya são fractais das harmônicas celestiais, das cromáticas da constante da biomassa, é o nosso corpo de tempo. “Olhai os lírios do campo”.
Temos total autonomia e acesso a esse fluxo de energia, mas não se continuamos seguindo o calendário de César. “Dai a César o que é de César”. O Calendário Gregoriano, criado para usurpar os direitos biosféricos, também promove uma hipnose coletiva. Ao afastar os kins planetários da rota do sol, da lua, da Terra, e da galáxia, remete a humanidade para uma condição cármica coletiva conhecida como Torre de Babel. Veja no que se transformaram as festas de Natal e Reveillon do calendário gregoriano.
O nascimento de Jesus é comemorado com uma corrida enlouquecida ao consumo, em nenhuma outra época se consome tanto. O ano novo é comemorado à meia-noite. Mas o dia começa quando o sol nasce. Quando nasce a luz. O reveillon é uma grande bebedeira, de modo que na hora do sol chegar estão todos de ressaca, bêbados, inconscientes, com dor de cabeça e cheios de dívidas. Reflitam. Esse ritmo acelerado da inconsciência se repete ao longo dos 12 meses, portanto a questão não é se mudamos ou não de calendário. A questão é por quê temos que mudar de calendário. A razão da necessidade de mudar o calendário é a ativação consciente do corpo de luz planetário, a ascensão da Terra. Se a civilização humana começa a construir uma relação saudável, harmônica, criativa e inteligente com a Terra, no que se refere à utilização dos recursos naturais, tecnológicos, econômicos e energéticos, o salto quântico trará como conseqüência o modo de vida da consciência cósmica. E essa consciência é resultante dos ciclos evolutivos descritos no tempo, o tempo enquanto freqüência, organiza as geometrias do espaço e a atividade auto-reflexiva da mente. Quando estamos no centro do tempo, concentrados no aqui e agora, atentos ao que criamos, estabelecemos contato com essa onda que atravessa as dimensões, proveniente do núcleo da Criação. E só há uma maneira de saber se isso funciona: acesse o seu kin, entre no ritmo 13:20, simplifique sua vida, não se apegue aos cartões de crédito, às crenças, às tradições e ao que os outros vão dizer. Experimente a dádiva.

O Chamado Mítico O Oráculo Maia

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Faz um tempo, um conselho galáctico foi convocado, e um chamado mítico foi enviado para inúmeros seres de luz: as crianças do Sol, os anjos alados, os mensageiros do Sol, os guerreiros do arco-íris e outros seres luminosos de muitos sistemas estelares. Este grande círculo de seres de luz se reuniu e, no momento determinado, o Amor das Galáxias Giratórias, o Grande Espírito, entrou, abençoando-os com a luz celestial e com as seguintes palavras:
“Vocês estão convidados a encarnar em um mundo onde uma grande transformação tomará lugar”, começou o Amor das Galáxias Giratórias. “Vocês que responderem a este chamado irão a um lugar de evolução planetária onde as ilusões do medo e da separação são mestres fortes. Estou chamando aqueles com os talentos e dons necessários para lá agir como meus emissários, para elevar e transformar as frequências do planeta Terra, simplesmente incorporando e ancorando a presença do amor. Nesse mito, vocês serão os criadores de uma nova realidade, a realidade da oitava dourada.
O Amor das Galáxias Giratórias continuou: “Em outras jornadas, cada um de vocês provou ser um “navegador intuitivo”, capaz de despertar sua consciência e alinhar o seu coração ao impulso do amor puro e do serviço compassivo. Como mensageiros do Sol e portadores da tocha, vocês já demonstraram que manterão a luz elevada. E, então, eu os convido a encarnar em massa entre as tribos da Terra para ajudar Gaia e todas as suas crianças na sua transformação.
“Faz parte do plano que vocês sejam velados pelo esquecimento”, continuou o Mistério das Galáxias Giratórias. “No entanto, ao lembrarem do sentimento da inocência infantil e da confiança, vocês se tornarão a fermentação harmónica neste ciclo de iniciação para a Terra. Vocês irão encarnar estratégica e frequentemente em algumas das áreas de vibração mais densas do planeta. Para alguns, esta ilusão de separação do amor pode criar sentimentos de desesperança, falta de apoio e alienação. Mas, ao abraçar a sua humanidade, seu amor irá transformar as profundezas da dualidade, e a sua luz animará a muitos.
“A sua participação nesta busca é puramente voluntária; porém essa mudança transformadora na Terra é muito rara e preciosa. Se vocês escolherem aceitar esta missão, vocês terão a oportunidade de catalisar e sintetizar tudo que vocês têm sido durante muitas encarnações, recebendo um salto quântico na consciência raramente oferecido. Cabe a vocês escolherem como dançarão com Terra Gaia e suas crianças, enquanto ela completa sua cerimonia de luz!”
Então falou o Criador, a Luz das Galáxias Giratórias. E, então, os seres luminosos que formavam as incontáveis alianças, federações e conselhos dos fiéis das estrelas escolheram encarnar no planeta Terra para ajudar neste evento crucial, o despertar do sonho planetário. Havia ainda um processo de segurança construído em um plano para despertar esses seres da ilusão da separação e do véu do esquecimento tão comuns na Terra. Os seres luminosos que empreenderiam a jornada para ajudar Gaia concordaram em avivar uns aos outros a lembrança. Assim, estas sementes estelares foram codificadas com sons, cores, luzes, imagens, palavras e símbolos — uma ressonância vibracional que os ajudaria a recordar seu compromisso com a luz. Ficou estabelecido que esses códigos-chave apareceriam em todos os lugares: na arte e música visionárias, nos olhares penetrantes, em diálogos e sentimentos — tudo para criar um profundo desejo de despertar e tornar-se a encarnação do amor.
Assim, vocês, as crianças do Sol, estão agora sendo banhadas nas águas da recordação, preparadas como guerreiros do arco-íris para realizar a promessa do novo e antigo mito. Ao ancorar a presença do amor na Terra, vocês amorosamente receberão o manto dos deuses, enviando ondas de cura e de amor por todo o corpo receptivo de Gaia. Ao emergir neste tempo, seus dons despertarão e habilitarão outros. Utilizando as ferramentas do riso, canção, dança, bom humor, alegria, confiança e amor, vocês estarão criando a onda de transformação que transformará as limitações do velho mito da dualidade e separação, fazendo brotar o milagre da unidade e a paz na Terra.
Utilize seus dons em benefício de Gaia. Numa supernova de consciência, Gaia e suas crianças ascenderão em vestimentas de luz, formando um luminoso corpo de luz de amor, e renascendo entre as estrelas! O chamado mítico foi soado. A grande busca começou. Despertem, guerreiros do arco-íris, mensageiros do Sol, seres luminosos das alianças galácticas, federações e conselhos! Os Antigos caminhantes do céu, recém-formados neste momento, permaneçam na beleza e no poder de sua verdadeira identidade como presentes de amor para Gaia. Deixem as dúvidas de lado. Vocês são as crianças divinas do Sol! Vão para onde os levam seus corações para compartilhar seus grandes dons. Entreguem-se à magia e à luz. O milagre será manifestado na Terra. Lembrem-se de que dançamos e cantamos aqui por um Único Coração!

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Portal Magnético Conecta a Terra com o Sol


Estranho portal conecta Terra ao Sol
Portais magnéticos se abrem aproximadamente a cada oito minutos para conectar nosso planeta com o Sol.

Quando o portal se abre, cargas de partículas altamente energéticas podem viajar 150 milhões de km através da passagem, de acordo com cientistas espaciais.


O fenômeno recebeu o nome “evento de transferência de fluxo” ou FTE (de flux transfer event, em inglês). Ele é real e ocorre com o dobro da freqüência que qualquer pessoa poderia imaginar. “Dez anos atrás eu tinha certeza que eles não existiam, mas agora a evidência é irrefutável”, disse o astrofísico estadunidense David Sibeck.


Explosões dinâmicas
Os pesquisadores já sabiam que a Terra e o Sol deveriam estar conectados. Por exemplo, partículas solares incidem na Terra constantemente por causa do vento solar e freqüentemente seguem as linhas do campo magnético que conectam a atmosfera do Sol com a terra firme. As linhas do campo permitem que as partículas penetrem a magnetosfera da Terra; o escudo magnético que envolve nosso planeta.

Uma das hipóteses sobre a formação do evento é que o lado da Terra que está de frente para o Sol pressiona o campo magnético da Terra contra o campo magnético do Sol. E a cada oito minutos os dois campos se conectam brevemente, formando um portal através do qual as partículas podem fluir. O portal toma a forma de um cilindro magnético com a largura da Terra.


Mais de um FTE podem se abrir em um mesmo momento e eles ficam abertos entre 15 e 20 minutos. Algumas medições foram feitas com sondas da Agência Espacial Européia e da NASA que voaram através destes cilindros e nas suas bordas. Apesar das sondas terem conseguido medir a largura de um FTE o seu comprimento ainda é incerto. Mas uma medida preliminar concluiu que teria mais de 5 raios da Terra (um raio da Terra tem cerca de 6.400 km).


O astrofísico Jimmy Raeder, da Universidade de New Hampshire, nos EUA, criou uma simulação computadorizada com estes dados e concluiu que os portais FTE cilíndricos tendem a se formar sobre o equador até que em dezembro eles deslizam sobre o Pólo Norte. Em julho eles deslizariam sobre o Pólo Sul.


Parece também que existem fluxos ativos e passivos o que faz com que ocorram com o dobro da freqüência que se pensava antes.


Os fluxos ativos permitem que as partículas passem com facilidade, formando dutos de energia importantes para a magnetosfera da Terra e os cilindros passivos ofereceriam mais resistência para as partículas que transitam.


Os cientistas ainda estão empenhados em descobrir porque os portais se abrem a cada oito minutos e como os campos magnéticos no seu interior se torcem e enrolam.



Créditos: NASA - Essa imagem demonstra o conceito do portal magnético que conecta o campo magnético da Terra ao Sol. Na ilustração o satélite mede as partículas de alta-energia que correm através do portal.

Inversão dos Pólos da Terra

GUINADA MAGNÉTICA (MOVE) O PÓLO NORTE - BURACOS NO CAMPO MAGNÉTICO DO PLANETA SUGEREM QUE OS PÓLOS PODEM (TROCAR) DE LUGAR

JONATHAN LEAKE
The Sunday Times


LONDRES
- O Pólo Norte está de mudança. Cientistas encontraram grandes buracos no campo magnético da Terra, sugerindo que os Pólos Norte e Sul estão se preparando para trocar de posição, numa guinada magnética.Um período de caos poderia ser iminente, no qual as bússolas não mais apontariam para o Norte, animais migratórios tomariam o rumo errado e satélites seriam queimados pela radiação solar.Os buracos estão sobre o sul do Atlântico e do Ártico. As mudanças foram divulgadas depois da análise de dados detalhados do satélite dinamarquês Orsted, cujos resultados foram comparados com dados coletados antes por outros satélites.A velocidade da mudança surpreendeu os cientistas. Nils Olsen, do Centro para a Ciência Planetária da Dinamarca, um dos vários institutos que analisam os dados, afirmou que o núcleo da Terra parece estar passando por mudanças dramáticas."Esta poderia ser a situação na qual o geodínamo da Terra opera antes de se reverter", diz o pesquisador.O geodínamo é o processo pelo qual o campo magnético é produzido: por correntes de ferro derretido fluindo em torno de um núcleo sólido. Às vezes, turbilhões gigantes formam-se no metal líquido, com o poder de mudar ou mesmo reverter os campos magnéticos acima deles.A equipe de Olson acredita que turbilhões se formaram sob o Pólo Norte e o sul do Atlântico. Se eles se tornarem fortes o bastante, poderão reverter todas as outras correntes, levando os pólos Norte e Sul a trocar seus lugares.Andy Jackson, especialista em geomagnetismo da Universidade de Leeds, Inglaterra, disse que a mudança está atrasada: "Tais guinadas normalmente acontecem a cada 500 mil anos, mas já se passaram 750 mil desde a última."
IMPACTO
A mudança poderia afetar tanto os seres humanos quanto a vida selvagem. A magnetosfera fornece proteção vital contra a radiação solar abrasadora, que de outro modo esterilizaria a Terra.A magnetosfera é a extensão do campo magnético do planeta no espaço. Ela forma uma espécie de bolha magnética protetora, que protege a Terra das partículas e radiação trazidas pelo "vento solar".O campo magnético provavelmente não desapareceria de uma vez, mas ele poderia enfraquecer enquanto os pólos trocam de posições. A onda de radiação resultante poderia causar câncer, reduzir as colheitas e confundir animais migratórios, das baleias aos pingüins. Muitas aves e animais marinhos se guiam pelo campo magnético da Terra para viajar de um lugar para outro. A navegação por bússola se tornaria muito difícil. E os satélites - ferramentas alternativas de navegação e vitais para as redes de comunicação - seriam rapidamente danificados pela radiação.
O PONTO ZERO E A MUDANÇA DAS ERASO CALENDÁRIO MAIA
Profecias ancestrais e diversas tradições indígenas anteviram o fenômeno. Mas agora para surpresa de muita gente, é a própria ciência que começa a reconhecer importantes mudanças no campo magnético e na freqüência vibratória da Terra.O ápice do processo, que segundo alguns especialistas, deverá ocorrer em alguns anos provavelmente provocará a inversão do sentido da rotação do nosso planeta e também a inversão dos pólos magnéticos.O texto que o Guia Lótus agora veicula é baseado nas informações que enfoca o trabalho do geólogo norte-americano Greg Braden, maior estudioso do fenômeno.Braden trabalha a partir da interface ciência-esoterismo e é autor do livro Awakening to Zero Point (Despertando para o Ponto Zero – ainda não traduzido para o português) e de um vídeo de quatro horas sobre o fenômeno e suas possíveis conseqüências para a humanidade.Greg Baden está constantemente viajando pelos Estados Unidos e marcando presença na mídia demonstrando com provas científicas que a Terra vem passando pelo Cinturão de
Fótons e que há uma desaceleração na rotação do planeta. Ao mesmo tempo, ocorre um aumento na freqüência ressonante da Terra (a chamada Ressonância de Schumann).Quando a Terra perder por completo a sua rotação e a freqüência ressonante alcançar o índice de 13 ciclos, nós estaremos no que Braden chama de Ponto Zero do campo magnético.A Terra ficará parada e, após dois ou três dias, recomeçará a girar só que na direção oposta. Isto produzirá uma total reversão nos campos magnéticos terrestres.

FREQÜÊNCIA DE BASE CRESCENTE
A freqüência de base da Terra, ou "pulsação" (chamada Ressonância de Schumann, ou RS), está aumentando drasticamente. Embora varie entre regiões geográficas, durante décadas a média foi de 7 e 8 ciclos por segundo. Esta medida já foi considerada uma constante; comunicações globais militares foram desenvolvidas a partir do valor desta freqüência. Recentes relatórios estabeleceram a taxa num índice superior a 11 ciclos.A ciência não sabe porque isso acontece – nem o que fazer com essa situação. Greg Baden encontrou dados coletados por pesquisadores noruegueses e russos sobre o assunto – que, por sinal, não é amplamente tratado nos Estados Unidos.A única referência à RS encontrada na Biblioteca de Seattle está relacionada à meteorologia: a ciência reconhece a RS como um sensível indicador de variações de temperatura e condições amplas de clima.Braden acredita que a RS flutuante pode ser fator importante no desencadeamento das severas tempestades e enchentes dos últimos anos.

CAMPO MAGNÉTICO DECRESCENTE
Enquanto a taxa de "pulsação" está crescendo, seu campo de força magnético está declinando. De acordo com professor Banerjee, da Universidade do Novo México – EUA, o campo reduziu sua intensidade à metade, nos últimos quatro (4) mil anos. E como um dos fenômenos que costuma preceder a inversão do magnetismo polar é a redução deste campo de força, ele acredita que outra inversão deve estar acontecendo.

Braden afirma, em função disso, que os registros geológicos da Terra que indicam inversões magnéticas também assinalam mudanças cíclicas ocorridas anteriormente. E, considerando a enorme escala de tempo representada por todo o processo, devem ter ocorrido muito poucas dessas mudanças ao longo da história do planeta.


IMPACTO SOBRE O PLANETA
Greg Braden costuma afirmar que estas informações não devem ser usadas com o objetivo de amedrontar as pessoas. Ele acredita que devemos estar preparados para as mudanças planetárias, que irão introduzir uma Nova Era de Luz para a humanidade: iremos além do dinheiro e do tempo, com os conceitos baseados no medo sendo totalmente dissolvidos.

Braden lembra que o Ponto Zero ou a Mudança das Eras vem sendo predito por povos ancestrais há milhares de anos. Têm acontecido ao longo da história do planeta muitas transformações geológicasimportantes, incluindo aquelas que ocorrem a cada treze (13) mil anos, precisamente na metade dos vinte e seis (26) mil anos de Precessão dos Equinócios.O Ponto Zero ou uma inversão dos pólos magnéticos provavelmente acontecerá logo, acredita Braden. Poderia possivelmente sincronizar-se com o biorritmo de quatro (4) ciclos da Terra, que ocorre a cada vinte (20) anos, sempre no dia 12 de Agosto. A próxima ocorrência é em 2003.Afirma-se que depois do Ponto Zero o sol nascerá no oeste e se porá no leste. Ocorrências passadas, deste mesmo tipo de mudança, foram encontradas em registros ancestrais.


OS REFLEXOS NA VIDA HUMANA
Greg Braden assinala que as mudanças na Terra estarão afetando cada vez mais nossos padrões de sono, relacionamentos, a habilidade de regular o sistema imunológico e a percepção do tempo. Tudo isso pode envolver sintomas como enxaquecas, cansaço, sensações elétricas na coluna, dores no sistema muscular, sinais de gripe e sonhos intensos.Ele associa uma série de conceitos de ordem esotéricos aos processos geológicos e cosmológicos relacionados ao Ponto Zero. Para Braden, cada ser humano está vivendo um intenso processo de iniciação.O tempo parecerá acelerar-se à medida que nos aproximarmos do Ponto Zero, em função do aumento da freqüência vibratória do planeta: 16 horas agora equivaleriam a um dia inteiro, ou seja, 24 horas.Durante o fenômeno da mudança, aponta ele, a maior parte de tecnologia que conhecemos deverá parar de operar. Possíveis exceções poderiam ser em aparelhos com tecnologia baseada no "Ponto Zero" ou Energia Livre.A inversão causada pelo Ponto Zero provavelmente nos introduzirá à Quarta Dimensão, diz o geólogo, então tudo que pensarmos ou desejarmos vai se manifestar instantaneamente. Isto inclui amor e medo. Daí que a intenção passará a representar um papel de suma importância na vida humana.

UM NOVO DNA
Para Braden, nosso corpo físico vem mudando à medida que nos aproximamos do Ponto Zero. Nosso DNA estaria sendo ampliado para doze (12) fitas em sua hélice, ao mesmo tempo em que um novo corpo de luz começaria a ser criado. Em Conseqüência: nos tornaríamos mais intuitivos e com maiores habilidades curativas.Ele afirma também que todas as doenças dos anos 90, incluindo a AIDS, desaparecerão.Nossos olhos ficariam como os do gato, para se ajustarem à nova atmosfera e nível de luz. E todas as crianças nascidas depois de 1998 provavelmente terão capacidades telepáticas.O Calendário Maia destaca Braden, predisse todas as mudanças que estão ocorrendo agora. Os seus textos afirmam que estamos indo além da tecnologia e voltando aos ciclos naturais: os da Terra e os do Universo.Por volta de 2012 estaríamos então entrado na Quinta Dimensão (depois do salto pata a Quarta Dimensão, que deverá ocorrer no próprio Ponto Zero).

O QUE É A RESSONÂNCIA SCHUMANN
Acredite ou não, a Terra comporta-se como um enorme circuito elétrico. É verdade que a atmosfera é um condutor bastante fraco e se, não houvessem fontes de carga, toda a carga elétrica terrestre se disseminaria em cerca de dez (10)minutos.Existe uma "cavidade" definida pela superfície do planeta e o limite interior da ionosfera 55 km acima. Em qualquer momento dado, a carga presente nesta cavidade é de 500.000 C (Coulumbs). Existe uma corrente de fluxo entre o chão e a ionosfera de 1 a 3* 10-12 A (Ampéres) por metro quadrado. A resistência da atmosfera é de 200 W (Ohms). O potencial de voltagem é de 200.000 V (Volts).Aproximadamente 1.000 tempestades luminosas acontecem a todo o momento no mundo. Cada uma produz de 0,5 a 1 A (Ampére), e elas, juntas, contribuem para a medida total do fluxo da corrente na "cavidade eletromagnética" da Terra.As Ressonâncias de Schumann são ondas eletromagnéticas quase estáticas que existem nesta cavidade. Como ondas de uma mola, elas não estão presentes o tempo inteiro, e sim têm de ser estimuladas para serem observadas. Elas não são causadas por nada que acontece no interior da Terra, sua crosta ou seu núcleo.Parecem estar relacionadas à atividade elétrica na atmosfera, particularmente em períodos de intensa atividade luminosa. Elas ocorrem em diversas freqüências Entre 6 e 50 ciclos p/s; especificamente 7, 8, 14, 20, 26, 33, 39 e 45 Hertz, com uma variação diária de cerca de 0,5 Hertz.

MANCHAS SOLARES
Enquanto as propriedades da cavidade eletromagnética da Terra permanecem as mesmas, estas freqüências também permanecem inalteradas. Presumivelmente, há uma mudança devida ao ciclo da mancha solar, já que a ionosfera da Terra responde ao ciclo de 11 anos de atividade solar.Ressonâncias de Schumann são mais facilmente observadas entre 2.000 e 2200 UT. Tendo em vista que a atmosfera suporta uma carga, uma corrente e uma voltagem, não é surpreendente encontrar tais ondas eletromagnéticas.As propriedades ressonantes desta cavidade terrestre foram previstas inicialmente pelo físico alemão W. Schumann entre 1.952 e 1.957, e detectadas pela primeira vez por Schumann e Konig em 1.954.A primeira representação espectral desse fenômeno foi preparada por Balser e Wagner em 1.960. Muito da pesquisa, nos últimos 20 anos, foi conduzida pela Marinha norte-americana, que investiga freqüências extremamente baixas de comunicação com submarinos.Quem deseja mais informações técnicas, pode buscar o Handbook of Atmospheric Electrodynamies, vol, 1, de Hans Volland (CRC Press,1.995). O capítulo 11 inteiro é sobre a Ressonância de Schumann, tendo sido escrito por Davis Campbel, do Instituto Geofísico da Universidade do Alaska. "Ao entardecer dizeis: haverá bom tempo porque o céu está rubro. E pela manhã: hoje haverá tempestade porque o céu está vermelho escuro. Hipócritas! Sabeis portanto discernir os aspectos do céu, e não podeis reconhecer os Sinais dos Tempos?" -SÃO MATEUS – XVI, 2,24.De autor incógnito escrito em 82, mas mostra o perfil atual do humanidade. Observa-se, por toda a face da Terra, significativos sinais de uma grande mudança!Toda a humanidade se encontra num estado de "tensão" e "expectativa". Expectativa de quê? Ninguém sabe ao certo, mas é um fato e ela existe, como bem o demonstra a insegurança pública.Os mais céticos, afirmam ser devido à contingente situação atual da sociedade mundial. Alguns sociólogos afirmam ser devido às armas nucleares, ao chamado "equilíbrio do terror", cujo arsenal nuclear é suficiente para destruir todo o planeta mais de uma centena de vezes.

Já os ocultistas afirmam que estes "sintomas planetários sociais" são o "Inconsciente Coletivo" prognosticando uma terrível e implacável seleção ou separação do trigo do joio, proveniente de um grande "Julgamento Cíclico".Em verdade, contudo, podemos apenas afirmar que: "Os tempos esperados já chegaram" e que pouco importa se os homens estejam ou não conscientes disto.Ademais, o real conhecimento da Causa que tanta repercussão vem fazendo refletir na insegura humanidade, pertence somente àqueles que se fizeram dignos de tais revelações.Já um certo discípulo teve ocasião de dizer: "Quatro círculos concêntricos se apresentam atualmente para definirem a evolução espiritual dos seres que habitam a face da Terra: o 1º, ou externo, é formado pelos "irremediavelmente perdidos" ou seja, aqueles que se defrontaram com o dantesco portal onde se lê ainda as seguintes palavras: LASCIATE OGNI SPERANZA, O VOI CH'ENTRATE. Sim, para estes, foram perdidas todas as esperanças;O 2º, "dos "prováveis", ou aqueles que lutam como: RARINANTES IN GURGITE VASTO (raros náufragos nadando num vasto abismo), para se salvarem da grande tribulação do presente ciclo, que a tudo e a todos ameaça destruir;O 3º círculo, é formado pelos já redimidos ou salvos, ou seja, aqueles que passaram por todas as provas dolorosas da vida e delas saíram vitoriosos;Finalmente, o 4º grupo, formado pelos guias ou instrutores da humanidade. Os que se acham ocultos no interior do templo dedicado ao culto de Melkitsedek, e que outro não é senão o da Universidade Eucarística, o GRAAL de todos os Graals, sintetizados na Fraternidade Universalda Humanidade.Estes últimos seres a que se refere a citação acima, muito bem sabem o que há de suceder num futuro próximo e muito mais. Sabem ainda a razão porque a divindade manifestar-se-á como a "Face Rigorosa" (em lugar da amorosa) do Eterno e Soberano Senhor dos Universos.De qualquer forma, para os cegos de espírito, que obstinadamente negam este futuro óbvio, eis os conselhos do sábio Sacerdote Atlante RA-UM. "Quando a estrela BAAL caiu no lugar, onde hoje só existe mar e céu, os dez países, com suas Portas de Ouro e Templos Transparentes, tremeram e estremeceram como se fossem as folhas de uma árvore sacudida pela tormenta.


Eis que uma nuvem de fogo e fumaça se elevou dos palácios. Os gritos de horror lançados pela multidão enchiam o ar. Todos buscavam refugio nos templos, nas cidades, e o sábio MU apresentando-se, lhes falou: "Não vos predisse eu todas essas coisas?" Os homens e mulheres cobertos de custosas vestes e pedras preciosas clamavam: "UM, salva-nos!" Ao que replicou MU: "Morrereis com vossos escravos, vossas riquezas, e de vossas cinzas surgirão outros povos. Se eles, porém, vos imitarem, esquecendo-se de que devem ser superiores, não pelo que adquirirem, mas pelo que oferecerem, a mesma sorte lhes caberá. O mais que posso fazer é justamente morrer convosco. Não tiveste dignidade para viver tenham pelo menos dignidade para morrer".As chamas e o fumo afogaram as últimas palavras de MU que, de braços abertos para o ocidente desapareceu nas profundezas do oceano com 64 milhões de habitantes do imenso continente.O parágrafo abaixo se refere a dados, a mim enviado, relativos à última anotação sobre a freqüência de Schumann (09.03.2002): Com relação a aceleração da freqüência planetária tivemos a felicidade de saber que ela acelerou mais um pouco no último sábado (passou de 28 para 27 ciclos e quanto mais baixa menor o tempo e mais facilidade de contato com os seres).Assim nosso tempo, que até 1971 correspondia a 24 horas, atualmente está em menos de 12 horas por dia..


Obs: A sensação psico-mental é de que 12 h é equivalente a 24h. Daí muitos dizerem "O tempo está passando mais rápido, não sobra tempo para nada!"

O Enigma dos Neutrinos Solares Desaparecidos


Sabe-se que a luminosidade das estrelas tem a sua origem nas reações termonucleares que se processam no seu interior. Durante a maior parte da sua vida, as estrelas transformam hidrogénio em hélio na sua parte central. Esgotado o hidrogénio a estrela passa por transformações que conduzem à fusão do Hélio, depois à fusão do Carbono e de elementos de maior massa, até ao final da evolução.

A fusão do hidrogénio em hélio resulta de diversas cadeias e ciclos de reacções nucleares que transformam 4 protões num núcleo de
4He, com emissão de 2 positrões (e+), 2 neutrinos νe e libertação de energia, que varia entre 26.73 Mev e 19.17 Mev conforme as reacções intervenientes. Os positrões são imediatamente aniquilados pelos electrões do plasma, com produção de energia, mas os neutrinos, dado que têm uma capacidade extremamente baixa de interactuarem com outras partículas, viajam sem pertubação através da estrela e do espaço interestelar. Conhecendo a luminosidade da estrela é fácil calcular o fluxo de neutrinos emitidos.

No caso do Sol o fluxo total é de 1.8
× 1038 neutrinos emitidos por segundo. Uma área de 1 cm2 à superfície da Terra, colocada perpendicularmente à direcção Terra-Sol é atravessada por 6.4× 1010 neutrinos solares em cada segundo! Na década de 1960 surgiu a ideia de procurar detectar os neutrinos solares pondo assim à prova o modelo de produção de energia no Sol. É um teste muito importante em astrofísica porque é o único meio que temos de obter informação directa sobre o que se passa na região central do Sol, onde é produzida a energia.

O principal problema resulta de os neutrinos serem muito difíceis de detectar, visto que apenas interactuam através da interacção nuclear fraca. Sendo assim os dispositivos experimentais de detecção dos neutrinos solares têm necessariamente grandes dimensões para aumentar a probabilidade de os neutrinos interactuarem com partículas do detector. Há actualmente várias experiências com diferentes limiares de energia. Cada dispositivo detecta apenas neutrinos com energia superior a um dado limiar de energia. Este aspecto é importante porque os neutrinos solares provenientes das várias reacções nucleares nas cadeias e ciclos de fusão de hidrogénio em hélio têm um espectro de energia característico. Com modelos do Sol torna-se possível calcular teoricamente o fluxo de neutrinos provenientes de cada uma das reações nucleares, produtora de neutrinos. Obtidas estas previsões teóricas podemos compará-las com os resultados experimentais de medição do fluxo dos neutrinos solares para diversas energias. Atualmente estão em curso as seguintes experiências: a mais antiga, liderada por Raymond Davis, consiste na detecção radioquímica em Cloro numa antiga mina de ouro nos EUA; Kamiokande no Japão com detecção em água pura; GALLEX nos Apeninos em Itália e SAGE no Caucaso, ambas com detecção em Gálio. Entretanto estão em fase final de construção mais duas experiências, SNO e BOREXINO.


É aqui que surge o enigma!
  Todas as medições feitas até ao presente conduzem a um valor experimental para o fluxo de neutrinos solares que é inferior aos valores teóricos. Os modelos solares capazes de explicar a luminosidade do Sol prevêm um fluxo de neutrinos superior ao detectado. Que sucede aos neutrinos produzidos no interior do Sol? Porque razão não são todos detectados na Terra?

Na experiência de Davis, que detecta neutrinos de energia superior a 0.8 Mev e está em funciomamento há mais de 25 anos obtem-se uma taxa de detecção de 2.55
±0.25 SNU, enquanto que os cálculos baseados nos mais recentes modelos solares conduzem a 9.3±1.3 SNU. SNU (Solar Neutrino Unit) é uma unidade conveniente para medir taxas de detecção de neutrinos solares e corresponde a 10-36 interacções por átomo do elemento activo do detector e por segundo. Para neutrinos solares de energias superiores a 7.5 Mev obtem-se um valor teórico de 1.0±0.16 SNU e um valor experimental na experiência de Kamiokande de 0.44±0.06 SNU. Finalmente para neutrinos solares de energias superiores a 0.2 Mev o valor teórico é 137±6 SNU e o valor experimental médio das experiências GALLEX e SAGE é de 74±1.3 SNU.

Detectaram-se neutrinos provenientes do interior do Sol e isso constitui uma validação importante dos modelos das estrelas e da sua evolução. Mas o fluxo detectado é muito inferior ao previsto. A solução do enigma está em incorreções no modelo do Sol ou este modelo é correcto e passa-se algo desconhecido com os neutrinos no seu trajecto do interior do Sol aos detectores ou no processo de detecção na Terra? A comunidade científica parece inclinar-se progressivamente para a segunda solução. Esta iria alterar profundamente a actual teoria das interacções nuclear fraca e electromagnética, isto é, a chamada teoria standard da interacção electrofraca.


Será que durante o percurso do Sol à Terra os neutrinos de tipo electrão,
νe, se transformam em neutrinos de tipo muão, νμ, e em neutrinos de tipo tau, ντ? As oscilações entre diferentes estados de neutrinos -νe, νμ, ντ- dependem da interacção com electrões ou dão-se no vácuo? São questões ainda sem resposta.

O caso dos neutrinos solares desaparecidos é um exemplo eloquente de como a Astrofísica está hoje em dia na vanguarda da ciência, conduz a questões verdadeiramente novas e lança profundos desafios à Física. A fronteira da ciência fundamental situa-se cada vez mais na observação do Universo próximo e longuínquo, revelado pelos poderosos meios de observação astronómica (disponíveis, a ser construídos ou apenas planeados) do que nas experiências possíveis de realizar nos limitados laboratórios da Terra.