terça-feira, 10 de agosto de 2010

Profecias Maias – 2012


Depois que coloquei num dos últimos artigos, uma indicação de data final  contida no Calendário dos índios Maias, que viveram na Península de Yucatán, no México, pessoas me enviaram textos e profecias daquela cultura, que muito me intrigaram. A maioria dos textos, contendo as explicações dos cientistas atuais, trás uma série de palavras contaminadas, das quais nunca gostei, como: evolução, alinhamento cósmico, nova era, organismo vivo, e outras, que vou deixar fora, digamos, tirando o esoterismo com que eles pretendem tirar Deus do centro de todas as coisas. O que é impossível! 

Tirando estas contaminações, e lendo nas entrelinhas, percebi coisas intrigantes que podem nos fazer pensar e repensar nossas vidas. Toda a ciência Maia era baseada no estudo do tempo. Ainda hoje, com todos os instrumentos de medição, computadores e com estes incríveis telescópios, estações espaciais, e satélites, intriga ao homem saber que os índios, com o pouco que dispunham, tinham um calendário 4 segundos mais apurado do que o atual. Eles alinhavam o tempo, entendendo que os ciclos se repetiam, sempre com os mesmos efeitos, com matemática precisão. Eles davam atenção especial ao final de cada um destes ciclos, sempre como um tempo de muita destruição. 

Na verdade, seu calendário constava de três calendários entrelaçados. A soma dos três formava um cálculo espantoso do tempo, passado e futuro. O calendário solar anual era formado por 18 tempos de 20 dias, mais cinco dias, portanto, 365 dias. O calendário religioso – Tolkin – era montado dentro de um ciclo de 260 dias, que se intercalava nos anos solares e marcava as festas religiosas. Havia ainda o calendário de conta longa, que media o transcurso das eras. Para eles ainda, haveria na terra cinco ciclos, cada um de exatos 5.125 anos, quatro dos quais já passaram – e todos terminaram de forma destrutiva – e estamos vivendo agora o final do quinto ciclo, que determinaria o final deste tipo de civilização como hoje a vivemos. Eles não dizem que o mundo acaba neste tempo, mas que a partir dali haverá uma grande transformação no ser humano.

Naturalmente que não vou aqui entrar no mérito destas questões, se e
stas profecias são corretas ou não, entretanto gostaria de traçar um parâmetro entre aquela civilização e a nossa atual, porque de forma impressionante, parece que os Maias previram o seu fim, e não somente isso, que o fim que eles tiveram, se aplica exatamente a nós também. Quero dizer: o que aconteceu com eles, está acontecendo agora conosco, e terminará da mesma forma que ocorreu com eles. Realmente os cientistas que estudam aquela cultura, estão hoje tentados a afirmar que deveríamos voltar nossa atenção para aquele povo, porque nosso fim será igual ao deles se não mudarmos nosso curso. E infelizmente penso que não mudaremos! E para alguns cientistas, ignorar os alertas que eles nos fizeram poderá levar a humanidade atual a um desastre de imensas proporções. E levará sem dúvida!
Claro que é difícil encaixar os calendários de todos os povos. Cada civilização, cada povo, traçou sua história e seu calendário. Cada um deles faz começar sua data num dia qualquer do tempo, e dali dá curso aos seus registros. Por exemplo, o calendário judaico, que estabelece os tempos da Bíblia, começa a 7 de outubro do ano 3.760 a.C, que para os judeus é a data da criação do mundo. Este ano de 2008 corresponde, portanto ao ano 5768 dos judeus (3760 + 2008 = 5768). Já o calendário chinês indica que estamos no ano 4.703. O Calendário egípcio, o primeiro existente, já existia 4 mil anos antes de Cristo. Assim, não é nossa pretensão aqui fazer encaixar estes calendários, porque acima de todos os tempos está o TEMPO de Deus, e deste ninguém conhece a definição

Assim, é impossível de fixarmos exatamente uma data para qualquer evento, porque tudo depende deste calendário divino. Mas certamente nenhum povo até hoje conseguiu entender os tempos e as eras, com maior precisão do que os Maias. Embora nossa vida na terra não seja regida pelos astros, verdade é que de tempos em tempos ocorrem alterações no ciclo do Universo, e estas alterações provocam mudanças drásticas nas pessoas, e em todos os seres vivos. Baseados nestes ciclos chamados de “katun” os Maias deixaram uma série de sete profecias, as mais incríveis proferidas por um índio chamado “Chalam Balam”, e que nos fazem pensar: De onde este índio tirou todas estas coisas? 

A primeira profecia nos diz que no dia 21 de dezembro do ano de 2012, acontecerá uma brusca mudança no comportamento humano, e será o dia do grande Julgamento de Deus. Será o fim da era do medo e da ambição, a era do materialismo e da guerra, a partir do qual o homem passará a viver em harmonia perfeita com toda a natureza, animal e vegetal. 

Digamos, em harmonia com Deus! Esta profecia encaixa-se em dois ciclos chamados “katun”, um definido por um período de 20 anos que vai de 1992 a 2012, e outro de 13 anos, que vai de 1999, a também 2012. Não se trata então da data final do planeta terra, mas do fim dos tempos de destruição, do último tempo de 5125 anos. Acaso não é este o termo – fim dos tempos – que se anuncia nas Escrituras? 

Ora isso se encaixa com tudo aquilo que sempre temos dito. Quem ensinou aos Maias que haveria este final dos tempos? Os registros Maias falam que viveu entre eles um homem branco, de barbas longas, que por muito tempo os ensinou sobre tudo, vindo mais tarde a ir embora pelo mar. Mais que isso, este homem prometeu a eles que voltaria, tanto que, quando o espanhol Cortez chegou, eles imaginaram ser seu antigo instrutor que voltava. Mas o que lhes viu foi a ruína, pois em menos de 30 anos passados, 95% da sua população tinha morrido. E por acaso também os índios do Brasil não falam de que entre eles viveu Pai Sumé, que os ensinou em muitas coisas e até construiu estradas? Intrigante, não é mesmo?
Assim, os Maias afirmaram que este grande ciclo do tempo acontece a cada 5.125 anos, e que o quarto ciclo terminou com um grande Dilúvio. Observando os ciclos e as eras, eles previram que a partir do ano 3.113 AC, data que julgam ter se dado o início de sua civilização e daí contando 5125 anos adiante teremos o encerramento do último grande ciclo, que se dará num sábado, dia 21 de dezembro do ano de 2012. Previram ainda que grandes mudanças se dariam no mundo, a partir do ano de 1992, seriam acentuadas a partir de 1999, quando começaria uma época de escuridão que todos nós enfrentaríamos com nossa própria conduta. 

E pergunto: acaso alguém ainda duvida disso? Digamos até que eles acertaram estas previsões baseando-se em alinhamentos planetários e cósmicos!… Importa saber que qualquer pessoa esclarecida entenderá que tudo segue como eles previram. Eles falam inclusive que apareceriam neste tempo, grandes manchas no sol, e vento solar, que causariam as maiores perturbações no clima da terra, com grandes desastres climáticos, previsões que são repetidos nas seis profecias seguintes. Para eles, isso leva sempre o homem também a uma grande mudança de consciência, em busca da perfeição. E penso que, não conhecendo nosso Deus, realmente eles não teriam como explicar de outra forma. E ainda, acaso não é hoje que as palavras dos profetas atuais, suscitados por Deus, que tentam nos despertar para a tenebrosa realidade em que vivemos? 

Mencionando ainda o ano de 1999 a 2ª profecia Maia anunciou que o comportamento de toda a humanidade mudaria rapidamente a partir do eclipse solar de 11 de agosto deste ano. Naquele dia vimos como um anel de fogo que se recortava contra o céu, foi um eclipse sem precedentes na história pelo alinhamento em cruz cósmica com o centro da terra de quase todos os planetas do sistema solar. Os Maias previram que a partir desse eclipse do sol, o homem perderia o controle de si e viveríamos uma época de mudanças, que é a ante-sala de uma nova era. O fim dos tempos, para eles, será uma época de conflitos e de grande aprendizagem, de guerras, separações, loucuras que irão gerar por sua vez processos de sofrimento e destruição em todo o planeta. 

Segundo eles, neste tempo a humanidade irá se concentrar no seu lado negativo e poderá ver claramente as coisas ruins que está fazendo. Tudo isso estaria criando uma instabilidade emocional, dando lugar para o medo, a agressão, o ódio, as famílias em dissolução, os enfrentamentos por ideologia, religião, com novos modelos de moralidade e de nacionalismo. Então algumas pessoas se tornarão tolerantes e compreensivas, embora no meio do povo se achem também farsantes e aproveitadores, que os haveriam de explorar. Isso se vê hoje nos mercadores da fé das seitas, quanto nos mercadores de consciência, os reformadores da mídia, que pregam a doutrina das trevas. 

Os Maias previram que a partir de 1999 começaria a era do “tempo do não-tempo”, onde a humanidade entraria em linha de julgamento, dando a entender a ocorrência do Grande Aviso de Deus, como sempre temos anunciado. Previram eles que os homens seriam então juízes de si próprios, se analisando como num grande salão de espelhos. Mas se anunciam que muitos mudarão a consciência, prevêem também, que outros que por ambição ou frustração culparão os outros ou a Deus pelo que acontecerá. E isso está predito na Bíblia. Tal significa que o céu e o inferno estarão se manifestando ao mesmo tempo e cada ser humano viverá em um ou em outro, dependendo de seu próprio comportamento. Vejam a precisão de tudo! 

Sim, tudo isso vemos hoje, não no sentido esotérico da questão, mas como realidade que pulsa e vibra diante de nós. Vemos uma luta furiosa entre o bem e o mal, céu e inferno fúrias pela posse das almas. Na realidade, os textos não trazem nada neste sentido, indicando que os Maias acreditassem na transcendência da alma, que cressem numa outra vida após esta, embora, acreditassem num deus, Ku-kul-kan. Desta forma, eles jamais poderiam prever como nós o fazemos entendendo pelas Escrituras, que depois disso haverá um “Novo Céu e Nova Terra, onde habitará para sempre a justiça”. 

A 3ª profecia diz que uma onda de calor aumentará a temperatura do planeta provocando mudanças climáticas, geológicas e sociais de magnitudes sem precedentes e a uma velocidade assombrosa. Acaso não é isso que está acontecendo com aquilo que os cientistas dizem ser o “aquecimento global”? Os Maias disseram que esse aquecimento se dará por vários fatores, sempre tendo o homem como causador de sua ruína. Como sempre temos afirmado! Falam também que muitos transtornos serão gerados pelo sol, que ao acelerar sua atividade pelo aumento da sua vibração, fará aumentar a temperatura do planeta. Será difícil para muitos suportar a destruição que vem. 

A 4ª profecia Maia volta a alertar sobre o aquecimento do planeta, causado pela conduta depredatória do ser humano e por uma maior atividade do sol, o que causará o derretimento do gelo dos pólos e geleiras. Os Maias previram que esta seria a forma como o planeta se limparia e teria muitas áreas verdes por todas as partes. Num dos artigos já mostramos que este aumento da temperatura, de certo modo será necessário, pois se por um lado dificulta a vida humana e mata muita gente, por outro lado isso será usado por Deus para limpar a terra, dos milhões de bactérias e germens nocivos que não deverão existir adiante. Eles morrerão de calor! Tudo quando a terra for totalmente limpa de contaminações e dos venenos criados pelo homem. 

Sinal dos tempos: vejam a notícia de hoje, dia 28.06.2008 – O Pólo Norte pode perder seu gelo neste verão devido ao aquecimento global, que está reduzindo a calota polar há uma década, algo sem precedentes na atualidade, advertiu nesta sexta-feira o cientista americano Mark Serreze. Exatamente aquilo que previram os “oráculos Maias”, há muitos séculos atrás. Está acontecendo um acelerado processo de degelo das grandes geleiras e dos dois pólos da terra, fruto de ações malignas cometidas pelos homens. Entre elas estourar bombas atômicas nas ilhas do Pacífico, que tumultuaram todo o equilíbrio do clima do planeta. Mais que isso, um grande tumulto está acontecendo nas profundezas dos oceanos, provocando um desequilíbrio geral entre as espécies animais e vegetais. Os monstros das profundezas estão aflorando, e os corais morrendo!

Mais do que isso, em nossos artigos anteriores já colocamos estas coisas. As profecias atuais nos falam de que num determinando momento a terra deverá entrar numa bolha incandescente que viaja pelo espaço, despercebida do homem, e que fará o calor aumentar a níveis capazes de inviabilizar a vida humana em alguns lugares. Falam de um “planeta em fusão” que acabou de perder o equilíbrio, que seria desviado por Deus em parte, porque senão ela iria destruir toda a vida do planeta, animal e vegetal. Sempre, e em todos os momentos, devemos saber que nosso Deus comanda tudo e tudo se dará como Ele planejou desde toda eternidade. Não devemos ter medo então! 

De fato, a 5ª profecia Maia diz que todos os sistemas baseados no medo sob as quais está fundamentada a nossa civilização se transformarão simultaneamente com o planeta e com o ser humano, dando lugar a uma nova realidade de harmonia. O ser humano, ao que parece hoje imagina de que o Universo existe só para ele, e que a tudo o que tiver na terra pode ser depredado, impunemente e sem consciência, e riscos. Que deve aproveitar ao máximo “porque acabará tudo mesmo”. Isso parece impregnado na alma humana. Por exemplo, acham que podem retirar do subsolo bilhões de toneladas de petróleo dos ocos profundos da terra, sem que isso abale a estrutura do planeta. E assim também com todos os outros minerais. O que se instalou hoje na terra é o reino da loucura, que está transformando o planeta num verdadeiro queijo suíço, fato que ativa os vulcões e faz troar outras forças da natureza. Forças que se arregimentam para um grande abalo final! 
 
Os Maias alertam também que as combinações humanas falharão, e que também os elementos se revoltarão a um só tempo. É para isso, aliás, que já nos alertava São Pedro em sua segunda carta, prevendo a demolição das estruturas atuais, chegando ao ponto de tudo desagregar-se, pelo anular das leis que regem a matéria e toda a vida. Devido a isso, eles prevêem que toda a estrutura social se desmontará, com a desagregação das famílias, a degeneração da moral e o rompimento de todo o tecido social. Afinal, qualquer pessoa pode perceber isso acontecendo, e cada vez mais de forma acelerada. A moral desce aos abismos da loucura, e a maioria da humanidade acha tudo normal. 

A 6ª profecia Maia fala que nos próximos anos surgirá nos céus um cometa cuja trajetória colocará em perigo a própria existência do ser humano. O cometa – Ajenjo como o chamavam – foi também anunciado por várias outras religiões e culturas, por exemplo, na Bíblia, no livro do Apocalipse, onde recebe o nome de “Absinto”. Se o cometa aparecer é possível que sua trajetória o leve a se chocar com a Terra. E como as Escrituras avisam que “cairão estrelas do Céu” – Jesus mesmo previu isso – então não há como duvidar de que estamos no exato ciclo do surgimento deste cometa. Entretanto, como já avisamos em outros artigos, o primeiro que bater na terra não será descoberto pela ciência, até o momento do impacto. 

Os Maias sempre estudaram e registraram os eventos do céu, e como nenhum povo até hoje existente conseguiram acertar eventos futuros espetaculares. De fato, eles chegaram a prever com exatidão eventos acontecidos há 26 mil anos e isso sem terem computadores para executar os cálculos. Como fizeram isso a ciência atual desconhece. Na realidade, sobraram apenas quatro dos muitos códices com os registros maias, porque os padres da época, que não entendiam aquela linguagem, achavam que aquilo continha doutrina do demônio, pois se tratava de um povo que oferecia sacrifícios ao sol, dizendo que ele deveria se alimentado de sangue humano. A descrição que um sacerdote da época faz destes rituais é apavorante. Tudo isso foi decifrado por um estudioso alemão chamado Hans Fostermann, em 1885. Mas muito ainda permanece oculto! 

Ora, em verdade os padres da época não imaginavam que hoje, com os milhares de abortos que se comete diariamente, a humanidade “moderna” acabaria por ultrapassar os Maias em assassinatos. O que se verifica aqui é que, eles mesmos sentiram que quando uma civilização começa a matar seus filhos, automaticamente acaba por se degenerar e comete como que um suicídio coletivo. Sinal então de que chegamos, de forma inexorável a um ponto sem retorno, que culminará com a ruína da maior parte dos homens. 

A 7a profecia nos fala que nos 13 anos que vão desde 1999 até 2012, haverá uma incrível transformação na sociedade. Eles avisam que se o homem não refrear sua corrida fatalmente cairá num abismo sem volta. Percebemos isso, pois a humanidade está cega, completamente obcecada na busca do material e pessoal, esquecendo do que é eterno. Isso tudo, segundo eles, levará a humanidade ao final de uma era, da qual restarão muito poucas pessoas, que iniciarão um novo sistema de vida, baseado na tolerância, na paz, no amor entre as pessoas, num mundo totalmente diferente do que vemos hoje. 

Segundo os Maias, mudarão todos os sistemas de governo, não havendo mais necessidade de exércitos e de comandos de guerra, porque a nova humanidade, surgida depois da grande hecatombe final, se impregnará de paz, e nunca mais quererá a guerra. É o que falam também as Sagradas Escrituras quando prevêem que os homens irão fazer de suas armas de guerra, instrumentos de trabalho agrícola, e nunca mais se atacarão entre si. Afinal, também segundo os Maias e como prevêem as Escrituras, desaparecerá da terra todo o sentido de diferença nacional, ou de povo e raça, não havendo mais limites nem fronteiras.
Eles prevêem que as artes e ciências irão florescer como nunca, porque a humanidade voltará toda a sua inteligência para construir a civilização do amor. E será de fato incrível este futuro, onde a humanidade viverá como uma grande família, junto com seu Deus. Os Maias afirmam que haverá até mesmo uma mudança na genética das pessoas, que serão como que impregnadas do bem. Tudo isso se pode aprender também das Escrituras, pois não resta dúvida de que sem uma mudança radical, na própria genética do homem, ele sempre irá querer ser um deus de si mesmo, e jamais aceitará o primado eterno do seu amoroso Criador e grande Pai Eterno. Sem esta mudança genética, penso que o homem não teria cura, seria inviável e Deus o teria de eliminar para sempre.

Entrementes, estamos vivendo aquele tempo do não tempo, previsto pelos Maias. Isso para mim significa esta alteração acelerada no correr dos dias, onde Deus fez encurtar os tempos, porque senão o homem não suportaria a carga emocional diária, e na sua fraqueza morreria em massa, de depressão e pavor. Como já expliquei acima, eles previram que nos tempos a partir de 2006 até 2012, haveria um tempo terrível, onde a humanidade mergulharia em verdadeira hecatombe. Nos vídeos que assisti sobre este tempo, traduzi algumas previsões do sacerdote Maia, chamado Chalam Balam… 

“Será um tempo de infortúnios, guerras entre líderes e liderados. O povo perderá a fé em seus líderes, que poderão até se maltratados e enforcados. Haverá naquele tempo uma grande abundância de serpentes e uma grande fome. Neste período nascerão poucas crianças”…
Isso está previsto também nas profecias atuais, preditas pela nossa visão de mundo, e não apenas pela visão Maia. Virá proximamente uma sucessão de rebeliões dentro dos países, com grande revolta contra seus líderes, e certamente muitos serão mortos. Falo não somente de líderes políticos e governantes, mas também líderes religiosos. Também se prevê o surgimento explosivo de certos tipos de animais nocivos e peçonhentos, que irão afligir a humanidade por algum tempo. Com o advento da crise, certamente muitos casais procurarão evitar filhos, porque está dito: ai das mulheres grávidas naquele dias!.
“Época de extermínio e destruição, do fim da cobiça, mas de muitas lutas. Tempo de buscar outro lugar para morar. Época de governos maus e enganadores. Muitos morrerão de fome”. 

Também isso se verifica com precisão, e podem ver o tipo de governo imoral e enganoso, maligno até, que temos em nosso país. Governo que pugna por todo tipo de lei que, em nome de uma falsa laicidade, pretende afrontar a Lei divina e maior. Eis como buscam a aprovação do aborto, e a implantação da tirania gay. Neste tempo final, com certeza muitas pessoas mudarão de localidade, fugindo das catástrofes, fato que também encontra amparo nas Escrituras: Os homens morrerão de medo, diante do barulho do mar e das ondas… Mar humano, de povos fugindo das guerras que virão! No meio disso tudo a fome, a destruição, a morte da maioria dos homens. 

“Neste tempo, a divindade Suprema retornará à terra, anunciando uma nova era, nas relações humanas”. 

É exatamente isso que temos anunciado: o retorno iminente de Jesus, sob as nuvens do Céu, para julgar os vivos e os mortos! Ele virá também para implantar aqui a Nova Terra, onde haverá de reinar para sempre a Justiça, sob o comando do próprio Deus. É claro que os exotéricos citam esta “nova era”, como a forma de um mundo laico, que se irá separar de Deus imaginando viver sem Ele, pois satanás também tem seus planos para o futuro da humanidade. Planos de ódio, destruição, escravidão e tormento! 

Deus, porém, vencerá e sempre! E nós com Ele! Seu projeto é de amor, e se todas as profecias se cumprirem efetivamente, veremos que a grande aventura humana está para entrar num tempo diferente dos outros tempos. O tempo do não tempo Maia, conforme está previsto no livro de Isaías, especialmente no capítulo 65, 17-25. Vale a pena ler e meditar neste texto e também em outras passagens proféticas, que prenunciam este tempo futuro, onde finalmente reinará a paz na terra, e para sempre. Nosso filhos viverão isso!
O fato é que, para tal acontecer, é preciso que algo gravíssimo estremeça com o ser humano. Sempre tenho afirmado, que para o homem vergar-se, finalmente, e totalmente, sem reservas nem restrições, sem exigências nem dúvidas, humilde e amorosamente, como toda a força de seu coração ao PRIMADO de Deus é preciso que algo espantoso nos aconteça. Algo terrível, avassalador, com experiências tão dolorosas e aterrorizantes que levem a impregnar na alma humana, de forma indelével, a submissão voluntária a Deus, o nosso Pai Criador. Depois delas, NUNCA MAIS o homem dirá que Deus não existe! Ou deixará de amá-LO.

De fato, depois de “passadas todas estas coisas”, o homem jamais irá querer afastar-se de Deus, porque entenderá que longe Dele é somente a ruína, a dor, o sofrimento, a doença, a escravidão e a morte. Porque até mesmo a morte será vencida, Jesus nos prometeu isso, e Ele é fiel. E todos aqueles que estiverem vivos no dia do julgamento, irão viver isso aqui na terra, eles e seus descendentes, enquanto existir o planeta terra. 

Temos assim, no exemplo daquele povo desaparecido, um aviso a ser meditado. Eles desapareceram da terra, porque não levaram em conta suas profecias. Também nós hoje estamos em vias de destruição, porque não levamos em conta os avisos que nos são enviados diariamente pelo Céu. Toda a natureza, toda a vida animal e vegetal, dá sinais de que sofre já as dores do parto e isso é prenuncio seguro de que o que foi predito, muito em breve se cumprirá. Se um povo que não acreditava no verdadeiro Deus previu tudo isso, é loucura que os filhos deste Deus verdadeiro ignorem estas profecias. 

Terminando podemos afirmar: Como dentre os Maias sobraram apenas alguns poucos indivíduos, que até mesmo perderam a identidade tribal e perderam seus conhecimentos, também a humanidade atual esquecerá sua identidade antiga, esquecerá que foi sempre uma blasfêmia viva, para entrar definitivamente nos tempos de Deus. E restarão poucos vivos! Será um mundo todo diferente, sol e lua diferente, planeta totalmente modificado. E um homem novo! Nossos filhos!

Como me preparar para a volta de Jesus?



A melhor maneira de preparar-se para este glorioso evento, que será a volta de Jesus, é estando em Cristo, comungando com Ele e permanecendo nEle:
“E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas”. (2 Coríntios 5:17 RA).
“Permanecei em mim, e eu permanecerei em vós. Como não pode o ramo produzir fruto de si mesmo, se não permanecer na videira, assim, nem vós o podeis dar, se não permanecerdes em mim”. (João 15:4 RA).
É fundamental também que perseveremos (leia Hebreus 12:1) em seguir ao Senhor. Não devemos permitir que os problemas da vida e as provações nos façam esmorecer na fé, pois:
“Todavia, o meu justo viverá pela fé; e: se retroceder, nele não se compraz a minha alma”. (Hebreus 10:38 RA).
A fim de permanecer em Cristo, primeiramente a pessoa deve crer em Jesus e aceitá-Lo como seu salvador pessoal:
“Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”. (João 3:16 RA).
A aceitação de Jesus e seu sacrifício é evidenciada pelo batismo por imersão:
“Quem crer e for batizado será salvo; quem, porém, não crer será condenado”. (Marcos 16:16 RA).
Se você ainda não deu esse passo, deverá fazê-lo.
Também é recomendado (pelo próprio Jesus) que vigiemos, ou seja, que tenhamos cuidado em aperfeiçoar pelo poder de Deus nosso caráter para que estejamos atentos aos sinais da volta de Jesus:
“Portanto, vigiai, porque não sabeis em que dia vem o vosso Senhor”. (Mateus 24:42 RA).
“Por isso, ficai também vós apercebidos; porque, à hora em que não cuidais, o Filho do Homem virá”. (Mateus 24:44 RA).
“Ora, ao começarem estas coisas a suceder, exultai e erguei a vossa cabeça; porque a vossa redenção se aproxima”. (Lucas 21:28 RA).
Em suma, para preparar-nos para volta de Jesus devemos:
1)      Crer nEle e aceitá-Lo como salvador, evidenciando tal disposição através do batismo;
2)      Permanecer nELe, perseverando em estudar Sua Palavra e em nossas orações;
3)      Perseverar;
4)      Vigiar;
5)      Ir à igreja (Hb 10:25)
Qualquer coisa que façamos de modo que estejamos investindo em nossa vida espiritual, contribuirá para nossa preparação.
E você? Porque não permite que Jesus tome conta da sua vida? Porque não O aceita como seu salvador?
Você pode fazer isso agora mesmo e começar sua preparação para a vida eterna hoje.
Ele está muito desejoso de dar-lhe a vida eterna!
Tome a decisão por Jesus; Ele está esperando-lhe:
“Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele, comigo”. (Apocalipse 3:20 RA).
Por que o ser humano lê tanto e nunca se transforma?
Para sermos transformados, precisamos primeiramente nos colocar nas mãos de Deus. Pois, somos transformados mediante a Sua luz. A Bíblia nos diz em João 15:5: “Eu sou a videira, vós, os ramos. Quem permanece em Mim, e Eu, nele, esse dá muito fruto; porque sem Mim nada podeis fazer”.
Esta também é uma questão de escolha; a cada momento fazemos escolhas, escolhemos a nossa roupa preferida, a nossa comida predileta, a cor que mais nos agrada, o perfume, etc..
Essas são algumas das escolhas que normalmente fazemos, muitas vezes as nossas escolhas acabam nos afastando de Cristo, pois são escolhas tolas, que fazemos sem antes consultar Aquele que tudo sabe, tudo vê e tudo conhece.
Devemos orar constantemente para que possamos escolher o caminho correto. Alguns escolhem seguir a Cristo, escolha correta; outros escolhem seguir o mundo e o que nele há.
A leitura não nos transforma, mas sim o Espírito Santo (ele pode usar a leitura para impressionar nossa mente).

domingo, 1 de agosto de 2010

Nibiru: Perigo iminente

Está confirmada a presença de um grande astro no Sistema Solar, que pode causar cataclismos e mudanças no planeta Terra em 2012
 
De uns anos para cá, expressões como Nibiru, Planeta X ou Planeta Chupão se tornaram motivo de grande interesse e controvérsia na internet e nas comunidades ufológicas brasileira e mundial. Todos estes termos se referem à mesma coisa, um grande e desconhecido objeto existente no Sistema Solar, que é melhor identificado com o termo genérico Planeta X. Na Antigüidade, os sumérios o chamaram de Nibiru e o descreviam como sendo várias vezes maior do que a Terra, com um período orbital de cerca de 3.600 anos. Este objeto pode ser um cometa, um “planeta vagabundo” ou uma estrela anã escura companheira do Sol, não se sabe ao certo. A procura por este perturbador artefato celeste remonta à descoberta de Urano, em 1781, e hoje é constante. Alguns estudiosos dizem que, nos próximos anos, o Planeta X ou Nibiru penetrará em nosso sistema estelar e enfurecerá o Sol. Há até uma data aludida com freqüência para que tal fato ocorra: 2012. Com isso, teria início um período de sofrimento para a Terra, que se veria imersa em uma terrível tempestade solar. Com um cenário tão dramático, o que todos se perguntam é: poderemos sobreviver? No século XIX, o cientista Louis Pasteur declarou que “a chance favorece as mentes preparadas”. A frase é clara, mas, mesmo que possamos pensar em construir refúgios para escaparmos de eventuais tragédias, não há garantias. De qualquer modo, uma preparação mental e emocional da humanidade parece ser o caminho para a sobrevivência aos períodos drásticos que virão, caso se concretizem as sombrias previsões.
No passado, tivemos cataclismos e fenômenos naturais que custaram muito caro à espécie humana. Se recuarmos cerca de 11.000 anos no tempo – o equivalente a três vezes o período orbital de Nibiru –, chegaremos à catástrofe que vitimou a lendária Atlântida e, cerca de 1.500 anos antes, acharemos o cataclismo que vitimou o igualmente polêmico continente de Mu. Alguns historiadores atestam que, em ambas as situações, a Terra teria ficado praticamente vazia, sem vida. Estima-se que, só em Mu, teria havido o desaparecimento de 60 milhões de pessoas, vítimas da tragédia. Não se conseguiu calcular quantas teriam sucumbido com o afundamento da Atlântida.

Salvatore De Salvo é professor universitário, autor e cientista do International Biographic Centre, de Cambridge
Posteriormente, no século XIV, tivemos o triste fenômeno da Peste Negra, que aniquilou dois-terços da população planetária, que pode ser um bom exemplo do que a natureza é capaz de fazer, quando zangada. As conseqüências da peste não tardaram a aparecer, e muitos sobreviventes concluíram que a Igreja Católica não era tão eficiente assim, visto não ter conseguido protegê-los da catástrofe. Assim, deixaram de acreditar na instituição, abandonaram sua fé e começaram a procura por respostas em outras áreas, o que levou à emergência da medicina. É bem provável que, desta vez, se e quando Nibiru entrar de fato em conflito com o Sol, tenhamos de suportar sofrimentos bem mais devastadores do que os da Peste Negra. Mas é preciso ter em mente que isto poderá também nos levar a fortes eventos evolucionários, nos quais a humanidade poderá se libertar dos grilhões da atual loucura coletiva, criando um mundo muito mais espiritual e solidário. O pior desafio que poderemos enfrentar não será o próprio Nibiru, embora ele nos traga terríveis tempestades de meteoros e muitos impactos. A interação entre ele e o Sol será muito pior. Para alguns autores, é preciso compreender que não enfrentaremos desafios de um dia catastrófico em sentido bíblico, mas sim a ruína progressiva do mundo inteiro, em escala global. Mas, como já aconteceu no passado, Nibiru engatilhará a reunião de múltiplos eventos naturais e os devido à ação humana, que deverá durar anos. Quando o pesadelo terminar, a nova humanidade – composta pelos sobreviventes e seus descendentes, adaptados à nova realidade, algumas décadas após o cataclismo –, poderá experimentar uma nova forma de vida, que alguns já chamam de Idade de Ouro.

A descoberta de Nibiru

O primeiro registro do misterioso objeto celeste apareceu em 1983, transmitido pelo recém lançado satélite IRAS [Infrared Astronomical Satellite ou Satélite Astronômico Infravermelho], pioneiro na descoberta. A notícia foi dada pelo jornal Washington Post. “Foi encontrado, por um telescópio em órbita da Terra, um corpo celeste tão grande quanto Júpiter, que faz parte do nosso Sistema Solar. Ele estaria na direção da Constelação de Órion”. Em 1992, veio a confirmação da descoberta pelo cientista Robert Harrington, então diretor do Observatório Naval dos Estados Unidos. “A massa deste corpo celeste é quatro vezes maior do que a da Terra e trata-se, provavelmente, de uma estrela anã escura, cuja órbita a leva de um lado a outro do nosso Sistema Solar”, disse Harrington. Ainda em 1992, os sinais ficaram mais precisos. Um informe da NASA dava conta de que “desvios inexplicáveis nas órbitas de Urano e Netuno apontavam para um grande corpo fora do Sistema Solar, de massa entre quatro a oito vezes a da Terra, numa órbita altamente inclinada e a mais de 11 bilhões de quilômetros do Sol”. Estava consumado que o artefato celeste era real, mas seria este corpo, que já estava apelidado de Planeta X, o mesmo Nibiru previsto pelos sumérios na Antigüidade? Sim, é o mesmo objeto que foi revelado pelo estudioso de civilizações antigas Zecharia Sitchin em suas obras. Da mesma forma, a Bíblia Kolbrin, escrita pelos egípcios após o Êxodo e pelos celtas após a morte de Jesus, oferece extensos informes históricos sobre as andanças deste planeta. Os egípcios o chamavam de O Destruidor, confirmando os Evangelhos. Os druidas, antepassados dos celtas, o chamavam de O Espantador ou O Apavorante.

Há dados concretos sobre a existência de Nibiru. Astronomicamente, denomina-se “perturbação” a alteração da órbita de um planeta pela interação gravitacional de um ou mais corpos celestes. Durante milênios, o planeta Saturno foi o mais próximo de nós, visível a olho nu. Mas, após a descoberta do telescópio, as coisas mudaram. Os astrônomos descobriram perturbações na órbita de Saturno, e isso levou à descoberta de Urano, em 1781, pelo astrônomo alemão William Herchel. Naquele momento, Nibiru estava “andando” no Sistema Solar. Em seguida, perturbações da órbita de Urano levaram à descoberta de Netuno, em 1846, pelo matemático alemão Johann Gall, apenas por cálculos matemáticos. E, então, apareceram perturbações da órbita de Netuno, o que levou o matemático francês Urbain Le Verrier a anunciar que deveria existir outro planeta além de Netuno. Foi assim que surgiu a idéia do Planeta X, que hoje sabemos ser, de fato, o Nibiru dos sumérios. No início do século XX, Percival Lowell, fundador do Observatório Lowell, em Flagstaff, Arizona, começou a procurar o corpo que perturbava a órbita de Netuno. Catorze anos após sua morte, em 1916, seu assistente Clyde Tornbaugh descobriu Plutão [Tornbaugh foi um dos primeiros astrônomos a admitir ter visto UFOs]. Por um curto período, o novo corpo foi classificado como planeta, embora a Lua seja uma vez e meia maior do que ele. Recentemente, Plutão foi rebaixado à categoria de planeta anão, porque seria pequeno demais para justificar a enigmática perturbação sofrida por Netuno. Isso nos conduz de volta à descoberta de Le Verrier, que foi quem realmente forneceu, em 1846, os primeiros sinais da presença do Planeta X.


O milenar Calendário Maia já anunciava a chegada de Nibiru, assim como os sumériossabiam de sua existência
Buscas confirmam o intruso

Atualmente, como está esta procura? Depois de oficialmente encontrado pelo satélite IRAS, o corpo foi confirmado, em abril de 2006, pelo telescópio SPT [South Pole Telescope ou Telescópio do Pólo Sul], localizado na estação polar Amundsen Scott, na Antártida. Este telescópio iniciou suas operações justamente naquele ano e é considerado um instrumento perfeito, no lugar perfeito e funciona no momento perfeito para observar o Planeta X. O SPT continua a seguir os movimentos do misterioso corpo, ininterruptamente. Toda esta vigilância aponta que o corpo ainda está muito além do Sistema Solar, embora sua ação já o esteja alterando, fazendo surgir sinais precursores de suas interferências. Muitos estudiosos dedicam significativos esforços para identificar as alterações causadas por Nibiru em nosso sistema estelar, e já identificaram várias. Por exemplo, o Sol, desde 1940, apresenta mais atividade do que nos 1.150 anos anteriores – o próximo ciclo solar será o mais violento de todos e terá seu pico justamente em 2012. Para eles, outras constatações em corpos do Sistema Solar são preocupantes. Quanto a Mercúrio, os cientistas ficaram surpresos ao encontrar no planeta uma calota de gelo polar e um campo magnético muito alto, estando ele tão próximo do Sol. E quanto a Vênus, novo espanto recente se deu quando ele aumentou seu brilho em 2.500%, junto com substanciais alterações globais de sua atmosfera.

Nada disso é obra do acaso. Na Terra, o debate sobre o aquecimento global mal terminou e constatamos condições atmosféricas bastante severas. Em Marte, o aquecimento global daquele planeta começou com gigantescos furacões e o desaparecimento de sua calota polar. Júpiter aumentou seu brilho em 200% nas nuvens que o rodeiam e suas luas apresentam significativo aquecimento. Em Saturno, o fluxo equatorial diminuiu dramaticamente em menos de 20 anos, mas surgiu uma grande fonte de raios gama, na freqüência dos raios X. Como Júpiter, a atividade auroral de Saturno aumentou muito. Mudanças significativas nas nuvens de Urano foram detectadas, e elas estão mais numerosas, ativas e brilhantes. Nada disso pode ser explicado naturalmente. Em 1846, o citado Le Verrier considerou Netuno um “revólver fumegante”. Pois bem, desde 1996, tem sido observado um aumento de 40% no brilho atmosférico do planeta, além de grandes tempestades, sendo que Netuno não tem capacidade natural para criar tais anomalias e está muito longe do Sol para sofrer os efeitos da atividade solar ampliada. Portanto, tal energia só pode estar chegando de um intruso invisível. O mesmo se dá com Plutão, que, em 1989, alcançou o ponto mais próximo do Sol e também começou a revelar uma forma de aquecimento global, tal como a Terra e Marte. Sua pressão atmosférica triplicou, enquanto a temperatura da superfície subiu 2º C, ao se afastar do Sol.

As características de Nibiru
O estranho corpo que hoje afeta o Sistema Solar tem características astronômicas distintas que podem ser deduzidas de observações diretas feitas recentemente. Por exemplo, sua órbita é excêntrica, elíptica e dramaticamente inclinada. Seu período orbital – tempo que o astro leva para dar uma volta completa em sua órbita, do periélio ao afélio, voltando ao ponto de origem – é de aproximadamente 3.660 anos. O periélio de Nibiru, ou seja, o ponto onde ele se encontra mais próximo do Sol, é de 2,85 AU ou unidades astronômicas [Uma UA é a distância média da Terra ao Sol, ou cerca de 150 milhões de quilômetros]. Assim, estando Marte a 1,52 AU do Sol, o ponto em que Nibiru estará mais próximo do astro ficará entre as órbitas de Marte e Júpiter, a cerca de 256 milhões de quilômetros do astro central. O Afélio do misterioso corpo, o ponto onde ele se encontra mais distante do Sol, é de 472 AU. Apenas para comparação, o afélio de Plutão é de 39,5 AU. Portanto, o Planeta X viaja para fora do Sistema Solar até um ponto a cerca de 12 vezes a distância de Plutão ao Sol. Para aumentar ainda mais a estranheza da situação, deve-se levar em conta um fator chamado de inclinação sobre a eclíptica. Aproximadamente 90% dos planetas visíveis estão no plano da eclíptica, mas a órbita de Nibiru está bem abaixo deste plano, praticamente perpendicular a ele. Estes dados podem ser confirmados por fontes da NASA. Hoje, sabemos que o corpo será visível com o uso de telescópios amadores, no Hemisfério Sul, a partir de maio de 2009. A olho nu, será inteiramente visível como um objeto vermelho brilhante, também em meados de 2009. Estudiosos garantem que, em 2012, Nibiru aparecerá como uma espécie de “segundo Sol” no céu.


A Terra suportará tsunamis de gigantescas proporções, que mudará a face do planeta durante milênios

As perspectivas são sombrias, como se pode constatar na cronologia presumida dos acontecimentos. Em 30 de abril de 2007, a distância do Sol a Nibiru foi de aproximadamente 14 AU, entrando na órbita de Saturno. Isto perturbou a maioria dos planetas e o astro central, que entrou num ciclo de 24 anos e chegará ao pico de atividade em 2012. A NASA anuncia que este ciclo será o pior dos últimos 400 anos. Na Terra, tivemos hoje um aumento no número e na intensidade de terremotos, bem como aumento de secas em várias localidades – recentemente, a China anunciou que centenas de pequenos reservatórios já secaram. Em 15 de maio de 2009, Nibiru estará a aproximadamente 11 AU do Sol. A superfície de Marte derreterá, descongelando seus vastos reservatórios de água congelada. Na Terra, haverá ainda mais terremotos, furacões e tornados. O mal tempo será extremo no mundo todo. Severas secas e terríveis dilúvios serão a regra, não a exceção. Poderosos flashes solares jogarão o caos em nossas redes de comunicação e as tempestades solares converterão em lixo nossas modernas tecnologias. É por isso que as nações mais ricas terão uma frota de seis observatórios solares em órbita do Sol, no final de 2008, para fornecerem a primeira linha de alarme das tempestades solares iminentes. Nibiru será visível com telescópios ou bons binóculos.

Em maio de 2011, o corpo estará logo abaixo do Sol, a 6,4 AU de distância. A esta altura, estará atravessando a camada mais densa do campo magnético solar, o que causará o aumento da interação entre os dois. Os habitantes do Hemisfério Sul verão o planeta a olho nu, como uma brilhante mancha vermelha, mais brilhante do que Vênus e logo após o pôr-do-Sol. Para o Sistema Solar, no período de 20 de maio de 2011 a 21 de dezembro de 2012, a aproximação de Nibiru estimulará o astro central a disparar enormes erupções em todas as direções, mas perderemos os satélites que observam tais fenômenos. Como a maioria destas violentas erupções serão dirigidas ao corpo intruso, isto aliviará um pouco a Terra, mas, infelizmente, ela ainda estará imersa num pesadelo.

Um evento previsto pelos maias

É importante que se diga que estas previsões, tão sombrias, são ainda preliminares. E, embora garantidas por muitos estudiosos, são contestadas por outro tanto deles, que afirmam se tratarem de puro absurdo. De acordo com os primeiros, para a Terra, em meados de 2011, as condições atmosféricas superarão em violência qualquer outro registro jamais efetuado. Os terremotos quebrarão recordes e o vulcanismo disparará no mundo todo. Isto desestabilizará as estruturas sociais e os governos deverão agir para prevenir disputas étnicas e econômicas que poderiam originar guerras. Segundo a citada Bíblia Kolbrin, na última entrada de Nibiru no Sistema Solar, os efeitos foram tão terríveis que os homens ficaram impotentes e as mulheres se tornaram estéreis. Ainda na linha de pensamento dos que defendem a tese do caos, em 2011, o pânico total será instalado na humanidade – todas as comunicações serão afetadas, haverá grande expansão das fibras e cabos subterrâneos e a era dos telefones celulares e das TVs a cabo se encerrará. Segundo o Calendário Maia, cunhado por aquele povo extinto há milênios e ao qual se atribui a capacidade de prever eventos astronômicos, existem duas datas chave para entender o que o futuro nos reserva. A primeira é 10 de outubro de 2011, quando a humanidade passaria para um novo ciclo de evolução. A segunda é 21 de dezembro de 2012, data em que haveria terror. Neste momento, coincidindo com o solstício de inverno, o Sol atravessará o plano mais denso da galáxia, cheio de perigos nunca vistos. Para o Sistema Solar, Nibiru estará cruzando a eclíptica e iniciará um terrível período de fenômenos elétricos enquanto se aproxima de seu periélio, em 14 de fevereiro de 2013. Neste ponto, o corpo estará a 2,85 AU e se tornará maior do que a Lua cheia à noite, visível também durante o dia, de tamanho igual ao do Sol. Haverá descargas elétricas entre o Sol e o intruso, que aparecerão como grandes tentáculos de luz, saindo deste em direção ao astro central. Todos nossos observatórios já terão sido reduzidos a cinzas.

Para a Terra, Nibiru será precedido e seguido por um enxame de objetos celestes que causarão impactos catastróficos e chuvas mortais de meteoros. Mas isso ainda não será o pior, garantem os estudiosos que defendem o surgimento das tragédias. Nesta época, todos estarão de olho no Yellowstone National Park, no Wyoming, onde se encontra o maior vulcão dos Estados Unidos, se não do mundo, que vem aumentando sua atividade desde 2003. Estimulado pela crescente violência solar causada por Nibiru, ele poderá explodir, destruindo o centro daquele país e iniciando uma mini era glacial. Mas 14 de fevereiro de 2013 será o dia do Juízo Final para a humanidade, não 21 de dezembro de 2012, como previu o Calendário Maia. Será nesta data que as interações entre o Sol e Nibiru atingirão o máximo. E, ainda, teremos a falta de sorte de, nesta ocasião, nos encontrarmos exatamente alinhados entre os dois monstros, quando sofreremos sérios riscos de sermos atingidos por gigantescos feixes elétricos deles emanados. Os fenômenos atmosféricos atingirão níveis jamais sonhados e os terremotos serão absolutamente devastadores. Literalmente, ao se formar plasma no céu, choverá fogo. Mas é difícil prever o que ocorrerá na Terra, pois as condições que o planeta terá que enfrentar serão de proporções impensáveis, piores do que tudo já foi visto. Cataclismos naturais, erupções de supervulcões, terremotos devastadores e tsunamis ocorrerão no globo inteiro.

Os estudiosos mais dramáticos garantem que as condições atmosféricas enlouquecerão, que inverno e verão serão uma só estação e que as cidades costeiras serão demolidas por mares raivosos. Parte da atmosfera ficará ionizada, tornando-se venenosa, e isto ocorrerá em todo o planeta, para todas as formas de vida. Talvez sobrevivam alguns germes mais preparados. Haverá também mudança dos pólos, o que talvez represente o que de mais grave que teremos que enfrentar. Quando da catástrofe que vitimou o Continente de Mu, os pólos se encontravam em posição bem diferente da atual. O Pólo Norte estava onde hoje é a Bolívia e o Pólo Sul, em Bornéu. Portanto, Mu se localizava nas faixas equatorial e temperada. Isto permitia que, na atual Sibéria, houvesse vegetação tropical ou semitropical, o que explica o que foi encontrado no estômago de carcaças congeladas de mamutes – alguns deles foram descobertos com a vegetação que estavam comendo no momento em que aconteceu a mudança dos pólos, que os congelou tão instantaneamente que nem conseguiram acabar de mastigar o que tinham na boca.

Paraíso terrestre devastado

A posição altamente privilegiada de Mu fazia daquele continente um verdadeiro paraíso na Terra, com clima favorável à abundante produção de alimentos, tanto de origem vegetal quanto animal. A população estimada do continente – cerca de 60 milhões – vivia esplendidamente bem, com excelente saúde e sem problemas de existência. Tudo era perfeito, maravilhoso, até que, instantaneamente, tudo mudou. Nibiru ou o Planeta X, descrito por alguns autores dedicados ao tema como Estrela de Baal, invadiu o Sistema Solar, modificando por completo tudo o que havia na Terra. Quando isto aconteceu, o inferno abriu suas portas, sem cerimônias e sem piedade. De repente, o globo terrestre passou a girar a cerca de 90 graus em relação ao eixo anterior. Isto, evidentemente, mexeu com o núcleo derretido e líquido do interior do planeta, modificando o campo magnético anterior e enlouquecendo os vulcões. Porém, a massa dos oceanos e mares continuaram seu movimento anterior, sem obedecer à nova direção de rotação do globo, e se formaram duas enormes ondas, uma no Oceano Atlântico e outra no Pacífico, subindo em direção ao novo Pólo Norte. Cálculos permitem estimar a altura das ondas em cerca de 3.000 m, de tal forma que varreram todos os continentes, arrastando tudo o que se apresentava diante delas. Milhões de animais de todas as espécies foram deslocados, destroçados, mutilados e amassados em imensos cemitérios próximos ao norte da Sibéria, onde se encontraram as enormes ondas – a ilha de Ilhakoff, naquela região, é totalmente desprovida de Terra e inteiramente composta por ossos. Tudo isso aconteceu cerca de 12.500 anos atrás.


O tamanho dos planetas está fora de proporção, assim como suas órbitas. De Mercúrioa Marte temos o Sistema Solar inteiro, separado pelo Cinturão de Asteróide do externos, de Júpiter a Plutão

A ciência sabe que, quando um corpo rotante num campo gravitacional muda de pólos, geralmente o sentido de sua rotação também se altera em 90 graus. Aconteceu naquela época e voltará a acontecer agora. Novamente teremos o dilúvio universal, e alguns sinais disso já podem ser notados. Por exemplo, entre 1963 e 1993, os desastres naturais aumentaram em mais de 400%, e isto sem contar o que ocorreu nas última década. Um excelente e bem detalhado estudo dos desastres naturais, realizado pelo cientista russo Yuri Dimitriev, revelou que, desde 1991, o campo magnético do Sol aumentou em 230%. Poucos conhecem o trabalho que está sendo feito na Academia Nacional de Ciências da Rússia, em Novosibirsk, Sibéria, mostrando que, nas bordas do Sistema Solar, o plasma resplandecente aumentou recentemente em 1.000%. Como conseqüência, tem havido um degelo acelerado da calota polar norte. Geralmente atribuído ao aquecimento global, na verdade, o degelo está acontecendo pela criminosa atividade conjunta das duas grandes potências, Estados Unidos e Rússia, com seus sistemas eletromagnéticos que mudam o clima em escala global, entre eles o Haarp e Woodpecker, respectivamente [Veja edição UFO 128]. O que pretendem norte-americanos e russos é aumentar em dois ou três graus a temperatura da Sibéria e do Alaska, na tentativa de permitirem o plantio e a colheita de trigo nestas regiões, além, é claro, de seu uso em questões militares e estratégicas. O desaparecimento total da calota polar desequilibrará o planeta, e isto conduzirá, inevitavelmente, à mudança de pólos, espantosa catástrofe que poderá contribuir muito mais para reduzir a atual humanidade em nove décimos – dos seis bilhões de membros da espécie humana, sobrarão cerca de 600 milhões e o planeta ficará praticamente desabitado. O novo Pólo Norte se estabelecerá no Oceano Pacífico, a oeste da América do Sul, e o Pólo Sul se fixará na Índia. O novo equador da Terra passará a leste do Brasil, que fará parte da faixa temperada, como a maior parte da Europa e da África.

O Brasil neste cenário
Sabemos, desde agora, que o Brasil sofrerá após o deslocamento dos pólos, por causa de sua proximidade do novo Pólo Norte, pelas inundações vindas do sul e pelas novas massas de terra que emergirão das águas entre a América do Sul e a África. Toda esta água deverá ir para algum lugar e fluir na direção norte, em qualquer rebaixamento do solo para, em seguida, refluir para o mar. O estado de Pernambuco, numa das pontas do Brasil, ficará mais próximo do novo Pólo Norte. Acostumados ao calor do verão permanente, os pernambucanos verão o frio descer rapidamente sobre eles, e sentirão o que está experimentando quem vive na Antártida ou no Círculo Polar Norte, agora. O melhor a fazer é ir em direção aos Andes, longe das terras rasas, e isto não deverá ser feito no último minuto, quando o pânico poderá dificultar os viajantes. As costas e as terras altas no sul do país ficarão acima do nível das águas e não deverão surgir pelas montanhas. As rochas fortes e sólidas, como as encontradas no Paraná, provavelmente conseguirão resistir aos terremotos. Os que estão mais para o interior do país, acima da bacia do Rio Amazonas, viverão chuvas torrenciais, mares enlameados e um clima mais moderado, pouco diferente do que estão acostumados. O estado de São Paulo estará em situação ideal, com clima temperado e acesso à pesca no oceano. Mas, os que quiserem sobreviver deverão se dirigir às montanhas e aos lugares mais altos. Sugere-se ficar, pelo menos, a 100 km de onde está a capital paulista e a mais de 60 m acima do nível do mar, para escapar das marés e tsunamis.

Ainda durante o deslocamento dos pólos e a mudança global no planeta, o Oceano Pacífico ficará comprimido, porque a Antártida terá novas terras emergindo entre a América do Sul e o sul da África. Toda essa água se deslocará em qualquer direção, atingindo as costas da América do Sul. Sob pressão, a água atingirá níveis nunca vistos. Os que procurarem refúgio contra os ventos em ravinas, encontrarão uma enorme parede de mar vinda das costas, e até os pontos mais altos e próximos verão a água chegando. Estima-se que, em 14 de julho de 2013, a interação entre o Sol e Nibiru começará a diminuir, mas este continuará visível no céu, como um grande cometa. Começará outro amargo pesadelo para os sobreviventes, pois a atmosfera estará obscurecida pela poeira e fumaça emitidas pelos vulcões, e haverá uma mini era glacial, compensada, em parte, pelo aquecimento global originado pela ação humana. A maior parte dos recursos de água potável e de terras aráveis estará poluída e muitos continuarão a morrer devido à fome, sede e doenças. Quase todos os túneis, pontes e edifícios terão sido destruídos ou não terão segurança. O único sistema de comunicação que poderá continuar funcionando será o de ondas curtas, operado por militares e por esparsas comunidades que conseguirão sobreviver ao desastre. Mas há ainda novos agravantes em todo este processo, defendem alguns estudiosos. Sabe-se que, quando um planeta tem órbita perpendicular à eclíptica, ele pode vir a sofrer o que aconteceu em 1997 com o cometa Hale-Bopp, causado pelo Efeito Kozai. Na ocasião, o período orbital do Hale-Bopp foi reduzido de 4.200 para 2.380 anos. Algo semelhante poderá ocorrer com Nibiru, especialmente se este for uma estrela anã escura, como garantem algumas teorias, e não um planeta. Se isto acontecer, na próxima órbita, o corpo simplesmente colidirá com a Terra, o que, segundo Nostradamus, ocorreria no ano de 3797, causando a total destruição de nosso planeta.

Mudança de comportamento
Se o cenário acima descrito já parece suficientemente sombrio para o leitor, saiba ainda que não existe um único Planeta X ou Nibiru, mas vários. Diversos objetos estão neste instante se aproximando da Terra, já confirmados independentemente por inúmeras fontes, inclusive a NASA. Muitos destes corpos são asteróides de variados tamanhos, que já tiveram suas órbitas descobertas e traçadas. Mas não sabemos exatamente quantos poderiam ser nocivos para nós, ou seja, que estariam em rota de colisão e com risco de sério impacto. O certo é que a NASA conhece o maior destes artefatos celestes, justamente Nibiru, mas continua escondendo esta informação do público por razões de segurança nacional. Embora gaste anualmente bilhões de dólares dos contribuintes e tenha organismos que podem publicar suas descobertas, a agência espacial norte-americana não se manifesta sobre o assunto. Mesmo seus cientistas, cientes da gravidade da situação, estão sob contrato de silêncio e serão imediatamente presos, se revelarem algo. Apesar de sombrio, o cenário descrito não representa propriamente o fim do mundo, mas certamente uma mudança brutal em nossa existência. Entretanto, há algo muito intrigante, que não podemos deixar de comentar. Segundo os maias, em 2012 ocorrerão fenômenos extraordinários, que eles marcaram em seu calendário como o Dia da Criação.

Ninguém sabe ao certo o que acontecerá, apenas podemos fazer previsões. Porém, há outros sinais, tão importantes e interessantes quanto o que foi anteriormente citado. Por exemplo, não há dúvidas de que enfrentaremos um ponto de bifurcação que marcará nosso futuro. De um lado, poderemos ser arrastados para um caminho de destruição e terror, mas, por outro, poderemos ser impelidos a adotar canais de libertação e iluminação, que nos farão deixar o caminho do materialismo e do egoísmo que impera hoje no mundo. O comportamento irracional de nossa espécie acabou criando uma situação de calamidade, sim. Mas também é verdade que nunca o homem esteve numa posição tão perfeita para adentrar a evolução que poderá converter em luminosa realidade uma caótica existência. Existem sinais de que a “divina providência” está tentando nos salvar ou, pelo menos, mitigar as dores da transição quântica que chega do cosmos, materializada por Nibiru. Evidentemente, será necessária uma gigantesca cooperação de todos os povos, em todos os níveis, pois, conforme o ditado popular, a omelete só será possível após quebrarmos os ovos. Também será imprescindível mantermos, tanto quanto possível, uma visão científica do mundo, mas combinada com o paradigma espiritual ecumênico.

Ressonância Schumann
Durante o século XX, houve grande progresso na direção da unificação de dois principais conceitos de nossa civilização: o teológico e o científico. Tal aproximação deu lugar a um processo dialético, que está agora informando aos campos morfogenéticos que governam a vida social em todo nosso planeta. Estes campos atuam em nosso comportamento através da ressonância morfológica, que permite aos nossos pensamentos e emoções estarem sincronizados com a “mente planetária” da Terra. Os campos morfológicos receberam vários nomes ao longo da história, tais como inconsciente coletivo, arquivos genéticos e registros akáshicos. Mas, qualquer que seja a denominação, este campo morfogenético, no qual ressoa a humanidade, circunda o planeta no espaço entre a superfície e a ionosfera, com o que chamamos de Ressonância Schumann, e está começando a catalisar uma mudança para um novo patamar de existência. Um dos sinais mais importantes desta mudança começou a ser emitido em fins de 1990. Antes disso, a freqüência da Ressonância Schumann era de 7,83 Hz, igual à freqüência alfa de nossos cérebros – era como se o planeta “conversasse” conosco e nos controlasse. Mas, a partir de 1990, tal ressonância começou a aumentar, chegando hoje a cerca de 15 Hz. Isto nos fez perder o contato com o planeta, resultando num total descontrole dos seres humanos, que já não têm mais barreiras e não observam limites. Basta abrir um jornal para termos uma idéia de quão terrível está se tornando nossa sociedade, cada dia mais louca e bestial. Há uma explicação para isto, e ela está no aumento da
freqüência da Ressonância Schumann.
Salvação planetária

Alguns defendem que esta mudança está dentro dos “planos divinos” para nosso planeta, para a escolha entre aqueles que merecem ser salvos e levados daqui, “carregados” por Nibiru para outros mundos. A contração do tempo é outro sinal de mudanças em processo, assim como estamos abertos para novas pandemias. Mas a própria ação da humanidade sobre o planeta já é suficientemente devastadora, a um ponto que podemos impor a nós mesmos tragédias que prescindem da passagem de Nibiru. Por exemplo, nossa civilização pode facilitar a qualquer tempo o surgimento de novos vírus fatais ou a expansão de antigos, como o AIDS, o vírus Ebola, a Gripe Asiática etc, que em poucos dias podem deflagrar sérias ameaças biológicas. Igualmente, a constante ação de terroristas radicais é real e imediata. Armas nucleares, supostamente extraviadas das grandes potências, podem agora estar nas mãos destes extremistas, e seu uso poderá desencadear uma nova guerra que nos aniquilará, mesmo antes da passagem de Nibiru. A lista de tragédias auto-impostas à espécie humana é inesgotável. Neste exato momento, por exemplo, estamos enfrentando uma enorme crise financeira, sem precedentes, em função do déficit iniciado nos Estados Unidos. E ela é de tal monta que os especialistas a consideram insuperável. Tudo isso sem contarmos que estamos destruindo aceleradamente nossa biosfera, matando nossos oceanos com a poluição – e com o excesso da pesca, muitas espécies vivas já foram condenadas à extinção. Embora todos estes fatos pareçam apontar para uma total extinção da humanidade, há sinais muito claros de que existe algo, ou alguém, muito preocupado com nosso destino iminente. Observando a história de nossa espécie, é possível perceber a existência de planos bem orquestrados para ensiná-la ou protegê-la, que são realizados mediante o aparecimento de grandes mestres ou através de descobertas científicas. Assim, de um lado, tivemos Buda, Jesus, Moisés, e, de outro, a roda, o fogo, a eletricidade etc.


Zecharia Sitchin é um dos pioneiros a denunciar a existência de Nibiru

É fácil verificar que os progressos da ciência, na tecnologia em geral ou na medicina, nos últimos 30 anos, deixam para trás tudo que se conseguiu nos cinco mil anos anteriores. Vejamos o exemplo trazido pela a nanotecnologia, que permitirá controlar o colesterol e as placas de gordura formadas dentro das artérias, reduzindo substancialmente as causas de morte, ao mesmo tempo em que permitirá a ultraminiaturização da aparelhagem eletrônica, facilitando as comunicações e apontando para a criação de uma mente artificial, um milhão de vezes mais eficiente no enfrentamento de nossos problemas. De acordo com recentes pesquisas, a moderna medicina permitirá prever, dentro dos próximos 10 anos, a extensão da vida humana para até 500 anos e, para os próximos 30 anos, literalmente, a imortalidade. Pelo menos, isso é o que garantem Roy Kurzweil e Terry Grossmann, em seu livro A Medicina da Imortalidade [Editora Aleph, 2004]. Os avanços da medicina têm sido altamente reveladores. Vejamos as novas técnicas de controle do câncer, segundo estudos do doutor Túlio Simoncini, eliminando uma das principais causas desta doença – um fungo chamado Candida albicans –, pelo uso de bicarbonato de sódio. Ou a cura da malária em quatro horas, através de hipoclorito de sódio, descoberta pelo doutor Jim V. Humble. E a retomada dos estudos sobre o Potencial Zeta da água, interrompidos pela Segunda Guerra Mundial, que permite iniciar técnicas de rejuvenescimento. O conhecimento da energia do vácuo, a energia virtual ou, ainda, a energia do ponto zero, disponível em quantidade infinita, a qualquer momento e em qualquer ponto do universo, está sendo captada e convertida em energia elétrica por vários laboratórios e pesquisadores independentes.
Continuamos otimistas

A realidade de Nibiru é indiscutível. Sua ação sobre nossa espécie e planeta, assim como sobre todo o Sistema Solar. Resta saber o que faremos com esta informação. Todas as tradições de nossos antepassados apontam para um período de catástrofes, seguido por uma Idade de Ouro para a humanidade, quando haveria a purificação do planeta e, em seguida, uma época de iluminação. Estamos, claramente, num momento de bifurcação em que tudo é possível. Em 2012, poderemos viver o desastre total ou o ponto Ômega de uma nova civilização. Ninguém sabe ao certo o que ocorrerá. Mas uma coisa é evidente: seja como for, algo ou alguém muito superior está trabalhando para nos ajudar. Isto significa que, de alguma forma, continuamos importantes para o “plano divino”, para os extraterrestres e para o universo. É o que mais nos conforta neste cenário de dor e sofrimento. Continuamos otimistas.
 
Autor: Salvatore De Salvo
Fonte: UFO 148

Comprovado: Amazônia abrigou civilização complexa no passado

 





Os impressionantes sinais na Amazônia, revelados recentemente graças ao crescente desmatamento da região. Estima-se que sejam milhares

Ao longo dos séculos, a lenda de um antigo império nas profundezas da Região Amazônica atraiu legiões de exploradores e aventureiros, inclusive levando vários ao desaparecimento e morte. Alguns o chamaram de El Dorado, outros de a Cidade de Z. No entanto, a selva os engoliu e nada foi encontrado, o que levou o resto do mundo a taxar a história de mito. A Amazônia era inóspita demais para permitir grandes assentamentos humanos, diziam estudiosos do século XX. Todavia, os sonhadores estavam certos. Novas imagens de satélite e sobrevôos revelaram mais de 200 enormes construções geométricas escavadas na Bacia Amazônica, perto da fronteira do Brasil com a Bolívia.

Espalhados por 248 km, os círculos quadrados e outras formas geométricas formam uma rede de "avenidas", valetas e recintos construídos muito antes de Cabral aportar na Bahia. Alguns chegam a datar de 200 a.C., enquanto outros de 1283. Os cientistas que as mapearam acreditam que pode haver 2.000 sinais embaixo das árvores. As estruturas, muitas delas reveladas pelo desmatamento, "mostram uma sofisticada sociedade pré-colombiana construtora de monumentos", relatou a revista especializada Antiquity, que publicou a pesquisa. O artigo acrescenta: "Esse povo até agora desconhecido construiu fortificações com um plano geométrico preciso, conectadas por estradas ortogonais retas". Chamadas de geoglifos, as figuras se estendem por uma grande região e compõem uma rede de trincheiras com 11 m de largura e barrancos de um metro. Acredita-se que poderiam abrigar ao menos 60 mil pessoas.
"As descobertas demoliram idéias de que os solos da Amazônia eram muito pobres para sustentar uma agricultura extensiva", comentou Denise Schaan, co-autora do estudo e antropóloga da Universidade Federal do Pará. Ela disse à National Geographic que há muito mais para se descobrir naqueles locais. "Toda semana achamos novas estruturas". Houve surpresa com o fato de as construções nas planícies aluviais e nas áreas elevadas terem um estilo parecido. "Na arqueologia amazônica, sempre se teve a idéia de que se encontram povos diferentes em diferentes ecossistemas", revelou Denise. As primeiras formas geométricas foram achadas em 1999. Para alguns antropólogos, o feito rivaliza com as pirâmides do Egito. Outras descobertas foram feitas na região do Xingu, de aldeias interligadas conhecidas como "cidades jardins", com casas e fossos. "As revelações estão explodindo nossas percepções sobre como as Américas realmente eram antes da chegada dos europeus", comentou David Grann, autor de The Lost City of Z [A Cidade Perdida de Z, Bantam Books, 2009].

ENTENDA MELHOR 2012 1ª PARTE


Vamos começar pela profecia Maya:

(...)"A profecia Maya baseia-se em um alinhamento astronômico. Em dezembro de 2012, o sol vai se alinhar com o centro de nossa galáxia. É um raro alinhamento cósmico. Acontece uma vez a cada 26.000 anos". diz John Major Jenkins, autor do livro Maya Cosmogenese 2012".


1ª. A primeira profecia diz que o nosso mundo de ódio e materialismo terminará em dezembro do ano 2012. Neste dia, a humanidade deverá escolher entre desaparecer do planeta como espécie pensante que ameaça destruir o planeta ou evoluir para a integração harmônica com todo o universo.

A 2ª profecia anunciou que o comportamento de toda a humanidade mudaria rapidamente a partir do eclipse solar de 11 de agosto de 1999. Foi um eclipse sem precedentes na história pelo alinhamento em cruz cósmica com o centro da Terra de quase todos os planetas do sistema solar.


A 3ª. profecia diz que uma onda de calor aumentará a temperatura do planeta provocando mudanças climáticas, geológicas e sociais de magnitudes sem precedentes e a uma velocidade assombrosa.

A 4ª profecia diz que o aquecimento do planeta, causado pela conduta antiecológica do ser humano e por uma maior atividade do sol, causará o derretimento do gelo dos pólos. Se o sol aumentar seus níveis de atividade acima do normal haverá uma maior produção de ventos solares, mais erupções maciças desde a coroa do sol, um aumento na irradiação e um incremento na temperatura do planeta.

A 5ª profecia diz que todos os sistemas baseados no medo sob as quais está fundamentada a nossa civilização se transformarão simultaneamente com o planeta e com o ser humano, dando lugar a uma nova realidade de harmonia.

A 6ª profecia fala que nos próximos anos aparecerá um cometa(Nibiru?) cuja trajetória colocará em perigo a própria existência do ser humano.


A 7a profecia nos fala do momento em que o sistema solar, em seu giro cíclico, sai da noite para entrar no amanhecer da galáxia. Ela nos fala que nos 13 anos que vão desde 1999 até 2012, a luz emitida desde o centro da galáxia sincroniza todos os seres vivos.

A Profecia Maya não fala em fim do mundo, mas sim em fim de ciclo, em mudança de pensamento, o nascimento de uma Nova Era, a Era da Luz, uma nova realidade de harmonia. (...)Por WEBER MALCHER - Escritor, Membro da União Brasileira de Escritores(UBE-AM), Membro da Rosacruz (Amorc).


***

Veja que os Mayas sabiam que o comportamento do Sol e o seu alinhamento cíclico determina momentos históricos para a existência da humanidade.

Entretanto, os cientistas estão preocupados com o comportamento do nosso Sol.

No dia 20 de janeiro de 2005, uma surpreendente tempestade solar alcançou a Terra com sua máxima radiação 15 minutos após as explosões. Os cientistas do mundo todo ficaram chocados, porque normalmente um fenômeno desses levaria 2 horas para impactar a Terra.

Segundo Richard Mewaldt, do Institute of Technology da Califórnia, foi a mais violenta e mais misteriosa dos últimos 50 anos que se tem notícias.

Os astrônomos ficaram perplexos. O professor Lin - principal pesquisador do satélite Reuven Ramaty High Energy Solar Spectroscopic Imager (RHESSI) - expressou sua conclusão com uma frase muito simples: "Isso significa que realmente não sabemos como o Sol funciona".

(...)
Os Maias sabiam que o tempo se comporta de maneira cíclica e não linear (nós vivemos linearmente), o que já denota uma ignorância total por parte da mídia em relação aos textos Maias alardeando "Fim dos tempos" como "Fim do mundo".

Os textos dão explicação de começo de um ciclo e fim de um ciclo - nunca o fim do mundo, o que é bem diferente.

Os Maias há 2 mil anos, sabiam que a Terra girava ao redor do sol (coisa que só ficamos sabendo em 1543 através de Copérnico) e que também todo o sistema solar se movia em um movimento periódico em torno da galáxia e que esse movimento do nosso sistema solar em torno da galáxia tratava-se de uma elipse, e que seu ciclo completo teria duração de 25.625 anos divididos em 5 estações de 5.125 anos nossos.

Pelo fato do movimento ser em elipse, isso faz com que o nosso sistema solar de tempos em tempos se aproxime ou se afaste do centro da galáxia, que possui uma grande fonte de luz e energia. Nosso sol está localizado cerca de 27 mil anos-luz desse centro da Galáxia.

E a cada passagem de estado - de 5.125 anos em 5.125 anos - o Sol recebe uma intensa energia oriunda do centro galáctico. Uma espécie de Sol central da Galáxia.

Se imaginarmos que cada estação do ano tem influência na vida terrestre e que recebemos uma intensidade correspondente de energia do sol a cada estação, não é difícil imaginar que essa energia galáctica também afeta de maneira grandiosa a nossa vida. Os Mayas sabiam disso.

Um movimento de rotação do sistema solar em relação ao centro da galáxia compreende os seguintes estados:

1. Manhã da Galáxia, - 5.125 anos
2. Meio dia da Galáxia, - 5.125 anos
3. Tarde da Galáxia, - 5.125 anos
4. Entardecer da Galáxia/Noite da galáxia e - 5.125 anos
5. Profunda noite da Galáxia. - 5.125 anos

Vamos entender como eles influenciam em nossas vidas.

O 1o. Ciclo de 5.125 anos - é o ciclo da MANHÃ/DIA GALACTICO, quando o sistema solar acaba de sair da escuridão para entrar na luz. É um período de gestação, de conformação. Sair da luz significa nos afastar da influencia direta de exposição do centro da galáxia, do sol central. O movimento é elíptico.

O 2o. Ciclo de 5.125 anos - é o ciclo do MEDIO DIA DA GALÁXIA; quando o percurso chega nessa metade, estamos perto do centro da galáxia onde o Sol central é muito forte, a luz é muito intensa, determinando a sua maior expressão refletida no nosso sistema solar. É uma etapa de desenvolvimento que culmina com sua maior expressão.

O 3o. Ciclo de 5.125 anos - é o ciclo da TARDE DA GALÁXIA; começamos a nos distanciar da luz novamente.

O 4o. Ciclo de 5.125 anos - é o ciclo do ENTARDECER / NOITE DA GALÁXIA; o entardecer se converte em noite, onde se realiza uma tomada de consciência de todo o fato.

O 5o. Ciclo de 5.125 anos - é o ciclo da PROFUNDA NOITE DA GALÁXIA, que volta a dar inicio a outros 5 ciclos de 5.125 anos, e assim eternamente.

O calendário Maia é muito preciso e baseado no movimento dos corpos celestes, como é observado pelos estudiosos da Astronomia. E é bem diferente do nosso calendário. Tem por base períodos de 100 anos, endossados no comportamento do planeta Vênus que atinge o ponto mais próximo do Sol por duas vezes, separadas por um espaço de 11 anos.

Em 2012, Vênus vai atingir um desses pontos e o próximo trânsito será em torno de junho de 2012. 

ENTENDA MELHOR 2012 3ª PARTE - NIBIRU



NIBIRU: O ASTRO DAS HECATOMBES

Nibiru já é um velho conhecido nosso. O registro mais antigo deste planeta - considerado terrível pelas conseqüências que provoca ao passar - é proveniente da civilização dos Sumérios, um povo que viveu há 6.000 anos onde hoje é o Iraque. Em uma de suas vindas, o planeta teria sido o causador do dilúvio relatado na Bíblia.

O nome Nibiru, conferido pelos sumérios, é devido à excentricidade de sua órbita. Nibiru significa "o planeta que cruza", pois o astro atravessa o sistema solar entre Marte e Júpiter. Os babilônios chamavam-no de Marduk, em homenagem ao seu deus mais importante, os cientistas batizaram-no Planeta X ou Nêmesis e Samael Aun Weor, líder do movimento gnóstico internacional, de Hercólobus.

Para os sumérios, seus deuses são provenientes de Nibiru, que segundo seus textos possui uma órbita inclinada em relação a faixa elíptica (faixa orbital dos planetas), levando cerca de 3.600 anos para completar uma volta completa ao redor do Sol. Dessa forma, um ano de Nibiru equivale a 3.600 dos nossos. Talvez neste dado resida a principal razão das dificuldades dos cientistas entenderem-no: suas características são excêntricas com respeito ao padrão conhecido. O astro comporta-se como um cometa, possuindo, no entanto, características de uma estrela (uma anã marrom). Por este motivo, Nibiru é designado em vários referências por segundo Sol, ou ainda cometa, incluídas aquelas efetuadas por Nostradamus.

Nibiru é de fato é uma estrela anã marrom com uma órbita elíptica como a de um cometa.

Vários cientistas já identificaram Nibiru e estão dispostos a provar a existência do astro enigmático. A NASA oficialmente reconheceu a plausibilidade da existência do Planeta X, admitindo em um anúncio que algum tipo de objeto misterioso realmente existiria lá fora, muito além do mais distante dos planetas.

O Dr. John Anderson, cientista da NASA e investigador de mecânica celeste no projeto da sonda espacial Pioneer, afirma a possibilidade da existência do 10º planeta orbitando o Sol, e conclui: "se não for o planeta X, então jogo minhas mãos para o alto e não sei dizer o que é."

Em 11-OUT-1999, Dr John Murray, um astrônomo da Open University do Reino Unido, sugeriu que um massivo objeto no extremo do sistema solar pode estar afetando gravitacionalmente as órbitas de cometas. Vários astrônomos procuraram por um décimo planeta devido às perturbações na órbita de Plutão (Plutão foi descoberto por interferir nas órbitas de Urano e Netuno). O astrônomo Joseph L. Brady (Laboratório Lawrence Livermoore - CA) tirou suas conclusões sobre Nibiru, que concordam plenamente com os dados dos sumérios: órbita retrógrada (direção dos ponteiros do relógio) e fora da elíptica ou faixa orbital de todos os outros planetas, exceto Plutão, mas inclinada em relação a ela. (...)

RELATOS BÍBLICOS E LENDAS SOBRE DESASTRES DURANTE A ÚLTIMA PASSAGEM DE NIBIRU

Diversas civilizações registraram catástrofes e destruições atribuídas à passagem de um terrível "cometa" (como Nibiru também é conhecido) que desolou a Terra. Nas Américas, há registros de catástrofes em uma escala global, como no trecho descrito a seguir, relativo a um período particular quando a violência cataclísmica era memorável. As tradições do povo do Peru contam que "...durante um período de tempo igual a cinco dias e cinco noites, o sol não estava no céu, e então o oceano deixou a margem e com um estrondo terrível partiu o continente; a superfície inteira da Terra foi mudada nesta catástrofe." Manuscritos troianos e documentos Maias descrevem uma catástrofe cósmica durante a qual "...o oceano caiu sobre o continente e um furacão terrível varreu a Terra.. O furacão destruiu e levou todas as cidades e todas as florestas. Vulcões explodiram, marés cobriram as montanhas e ventos impetuosos ameaçaram aniquilar a humanidade e de fato aniquilaram muitas espécie de animais. A face da terra mudou, montanhas desmoronaram, outras cresceram e deram origem a cataratas, inúmeros rios perderam seus caminhos e um tornado selvagem moveu-se pelos escombros. Na escuridão varrida pelo vento, materiais resinosos caíram do céu em participação com fogo e água na destruição do mundo. Durante cinco dias, salvo a nafta e os vulcões ardentes, o mundo estava escuro, e o sol não apareceu."

Em outra parte do mundo temos novos relatos: os Maoris narraram uma catástrofe estupenda em que "os ventos poderosos, as rajadas ferozes, as nuvens, densas, escuras, ígneas, acumulando de modo selvagem, estourando de modo selvagem, caiu sobre toda a criação... e varreu florestas gigantes e chicoteou as águas. A terra gemeu terrivelmente, e o oceano fugiu."

Mitos de um Sol que desaparece por até dez dias, ou não tão longo, podem ser encontrados em quase todas as culturas antigas - desde o Êxodo bíblico até o Japão. Os trechos apresentados de eventos catastróficos, como os que se seguem, descrevem uma época razoavelmente perto do nossa, não mais que 3.500 anos atrás.

Na História Natural de Plínio lê-se: "Um cometa terrível foi visto pelos povos da Etiópia e Egito ao qual Typhon, rei naquele período, atribuiu o próprio nome; possuía uma aparência de fogo e era trançado como um rolo, e era muito horrendo de se ver; realmente não era uma estrela mas algo que poderia ser chamado de uma bola de fogo."

Hevelius (1668), usando referências de um trabalho de Rockenbach, escreveu: "No ano do mundo 2.453 (1.495 A.C), de acordo com certas autoridades, um cometa foi visto na Síria, Babilônia, Índia, no sígno de Capricórnio, no formato de um disco, no mesmo momento quando os Israelitas estavam na marcha para o Egito rumo à Terra Prometida." Rockenbach (1602) houvera escrito antes: "No ano do mundo dois mil quatrocentos e cinqüenta e três - como muitos autores fidedignos, em base de muitas conjeturas, determinaram - um cometa apareceu, como Plínio também mencionou em seu segundo livro. Era ígneo, de forma irregular, com uma cabeça embrulhada; tinha a forma de um globo e era terrível de aspecto. É dito que o Rei Typhon regeu naquele período no Egito... Certas autoridades afirmam que o cometa foi visto na Síria, Babilônia, Índia, no sígno de Capricórnio, no formato de um disco, na ocasião quando os filhos de Israel avançaram do Egito para a Terra Prometida, conduzidos pelo pilar de nuvem durante o dia e o pilar de fogo durante a noite."

A catástrofe surpreendente que acompanhou este período ecoou nas tradições, lendas e mitologia de todos os povos do mundo. Os deuses Zeus dos gregos, Odin dos islandeses, Ukko do finlandeses, Perun dos pagãos russos, Wotan dos alemães, Mazda dos persas, Marduk dos babilônicos e Shiva dos hindus – são retratados com raios emanando de suas s mãos, sendo descritos como aqueles devastaram a Terra subjugando-a com água e fogo.

Evidências da catástrofe estão diretamente disponíveis nos salmos e em outras partes das Escrituras: "Então a terra chacoalhou e tremeu; as fundações também das colinas se moveram e chacoalharam... Ele também curvou os céus abaixo, e desceu...ele voou nas asas do vento... Ao brilho que estava atrás dele suas nuvens espessas passaram, pedras de granizo e carvão de fogo. O Senhor também trovejou nos céus, e o Altíssimo deu a sua voz; pedras de granizo e carvão de fogo... e ele atirou raio... Então foram vistos os canais de água, e foram descobertas as fundações do mundo." "Os Reinos foram movidos; ele articulou sua voz, e a terra derreteu. As águas o viram; elas tiveram medo; as profundidades também estavam preocupadas... os céus enviaram um som. A voz do trovão estava no céu; os raios iluminaram o universo: a terra tremeu. Nuvens e escuridão estão sobre ele... um fogo atrás dele queimou os inimigos ao seu redor... seus raios iluminaram o mundo: a terra viu, e tremeu." Era neste momento, no clímax do cataclismo, que os chamados "filhos de Israel" estavam chegando à margem do mar enfrentando os egípcios que haviam entrado em sua perseguição durante o Êxodo. Fosse o que fosse aquele pilar de nuvem que estavam a seguir, parece ter sido o causador das condições cataclísmicas que se disseminaram pelo planeta (abíblica "separação" das águas), denominado Typhon.

Sobre a mudança dos pólos do mundo e do sol ascendente, o próprio Talmude hebreu testemunha: "Sete dias antes do dilúvio, o Santo mudou a ordem primeva e o sol subiu no oeste e se pôs ao leste." Os Cashinaua, nativos do Brasil ocidental, têm uma tradição que ecoa narrativa nas Escrituras: "Os raios flamejaram e então trovões rugiram terrivelmente e todos tiveram medo. Então os céus estouraram e os fragmentos se caíram abaixo e mataram tudo e todo o mundo. Céu e terra trocaram de lugares. Nada que tinha vida permaneceu na terra." "Nada" a não ser os poucos sobreviventes que puderam preservar a tradição deste cataclismo até os dias de hoje.

Podem ser achados mitos relativo ao céu cadente não só entre os Celtas mas também os Lapps da Finlândia, os Esquimós da Groelândia, os povos do antigo México, China, Tibete, as tribos de Samoa, e as tribos da África oriental e ocidental. Obviamente, nem toda a vida que permaneceu na terra pereceu durante esta série de cataclismos, mas registros dos que pereceram são abundantes. Uma catástrofe de proporções globais, algo que nós não testemunhamos nos dois milênios de nossa própria idade, teria acontecido, de acordo com registros históricos. Não eram desastres isolados em partes diferentes do mundo, como a enchente local do Rio Amarelo na China, a erupção de Krakatoa na Indonésia, ou até mesmo esporádicos meteoritos de granizo - a catástrofe era mundial e muitas culturas descreveram os eventos, sua sequência e o resultado da mesma maneira.

O último aparecimento deste cometa que resultou um cataclismo aconteceu por volta de 1.495 A.C. (ao que tudo indica, a severidade do cataclismo depende da distância relativa e do ângulo entre Nibiru e a Terra durante sua passagem). Extraordinariamente, a celebração cristã e judia da Páscoa (mesmo que a cristã tenha deturpado o sentido da páscoa judaica) , é de fato uma memória da passagem de Nibiru, da morte e calamidade da última troca polar! A celebração da Páscoa judaica é em memória às centenas de mortes que assolaram o Egito quando os judeus estavam sob domínio egípcio. Na Bíblia, é descrito que o "Senhor passou" por sobre o Egito matando centenas de pessoas. Esta "passagem" do Senhor é a real celebração do que chamamos de Páscoa (Páscoa, do inglês "Passover" literal Pass-over = passagem), muito possivelmente uma referência à passagem de Nibiru causando mortes e destruição durante a fuga dos israelitas. Moisés, conduzindo seu povo para fora do Egito durante a troca polar, vagou por muitos anos na sombra do vale da morte sob intensa obscuridade vulcânica. É também registrada a destruição das terras egípcias pela troca polar em um papiro egípcio. Este cometa vermelho também foi responsável pela grande inundação durante os dias de Noé, aproximadamente 11.000 anos atrás. A mensagem destes povos antigos tem sido criticada e rejeitada pela ciência. Ainda as advertências de uma destruição radical e súbita de nosso mundo vindas de muitas fontes estão embutidas nas religiões antigas e dogmas culturais. Estas advertências têm e provavelmente serão largamente ignoradas. Mas estão registradas.

A constelação de Leão é freqüentemente associada com a Estrela Messiânica. Esta constelação zodiacal fica próxima de Câncer, onde Nibiru cruzou o plano da elíptica durante sua prévia passagem pelo sistema solar. O aparecimento de Nibiru nos céus durante o periélio está sujeito aos mesmos efeitos como os outros planetas vistos da Terra. Os planetas às vezes parecem lentamente a "dançar" nos céus e a posição de Nibiru nos céus poderia da mesma forma variar, dependendo da posição relativa da Terra a qualquer ponto de seu trânsito. Como tal, Nibiru poderia ser visto cruzando a elíptica pela primeira vez em Leão em vez de Câncer. Os monumentos no Monte Nimrod (Nimrud Dag) na Turquia parecem implicar isto.

O artefato mais significante do Monte Nimrod está situado no terraço ocidental. Há uma gravura de um Leão em meio a estrelas. Isto nos mostra simbolizar a constelação de Leão, e contém 3 planetas; Marte, Mercúrio e Júpiter e uma lua crescente no peito do leão. Estudiosos mostraram que esta gravura representa um horóscopo, estabelecido no ano 62AC.(...)

ENTENDA MELHOR 2012 2ª PARTE


A maioria das pessoas já ouviram falar que o calendário Maya acaba no dia 21 de dezembro de 2012. Nesse ano acontece o alinhamento do sol com o centro da nossa galáxia e isso é muito raro, ocorrendo apenas em ciclos de 26 mil anos.

Nostradamus, estudioso de alquimia e astrologia, também se refere a esse alinhamento galáctico e, em suas centúrias, existem muitas profecias relacionadas a esse fato e ao ano de 2012.

A cada 26 mil anos, os astros se alinham de tal forma no céu que o sol parece estar exatamente no centro da nossa galáxia. Esse é um evento importante na opinião de astrólogos e alquimistas.

A rotação inclinada da Terra faz com que o céu mude muito lentamente, apenas um graus a cada 72 anos, esse deslocamento do ponto vernal é chamado de a Precessão dos Equinócios (guarda analogia com o deslocamento aparente do sol, acima e abaixo do equador celeste, e é responsável também pelas quatro estações). Como se desloca apenas um grau a cada 72 anos leva 26 mil anos para que a Terra faça o giro completo (360°) pelas constelações.

Em seus escritos, Nostradamus, parece reconhecer os cálculos de precessão dos equinócios. Em 21 de dezembro ocorre o Solstício de verão e parece que foi por isso que os Mayas encerraram nesta data seu calendário.

Há 26 mil anos passados, a Terra estava no período de Cro-Magnom, e a Terra também entrava na era de Aquário. Na metade daquele período ocorreu a última Era do gelo e ali muitas espécies se extinguiram devido ao derretimento das camadas polares, inclusive naquele tempo apareceu o Alaska. Muitas mudanças são esperadas também para a entrada dessa era de aquário.

Alguns sugerem que o alinhamento galáctico vai fazer com que a temperatura do planeta dê um salto, o que acarretará grande aquecimento global, derretimento de gelo e diminuição das calotas polares, com conseqüente aumento dos oceanos, invasão de costas e destruição de algumas espécies.

Os cientistas já comprovaram que desde 1998, a cada ano o verão aumenta alguns graus. Na quadra 98 de suas centúrias Nostradamus também faz referência a esse fato. Em seu livro perdido, há sete desenhos com muitos signos e que são interpretados de várias formas. Entre elas de que neste ano, que coincide com o final do calendário maya, haverá três grandes eclipses, um do sol, outro de Vênus contra o sol e o último do sol já no centro da galáxia. Segundo este autor, são esses eventos que desencadeiam tudo em 2012.

Os Mayas, Egípcios, os Índios Hopi, os Indianos e Nostradamus acreditam ou acreditavam que nos astros está todo o sentido e História da humanidade.

Alguns cientistas, historiadoras, arqueólogos e estudiosos livres especulam que os egípcios alinharam as pirâmides para Órion justamente porque esse ponto marca a metade do ciclo de 26 mil anos que vivemos agora. Muitos desses estudiosos afirmam claramente que nossos ancestrais entendiam e se guiavam pela movimentação celeste. As próprias pirâmides e templos, tanto mayas quanto egípcios confirmam esse fato.

Como os egípcios, Nostradamus, acreditava que mensagens sobre o futuro podem ser lidas no firmamento.

Por outro lado, astrônomos explicam que existem ciclos de movimentação, de crescimento e decrescimento da força do campo magnético da Terra. Quando este campo está forte, ele desvia muita radiação e até pequenos meteoros da direção do planeta. Neste ciclo, atravessamos o enfraquecimento do campo magnético da Terra. E então estamos mais expostos à radiação solar, o que acarreta aquecimento do planeta, derretimento de gelo, aumento do nível do mar e conseqüente destruição de vida no planeta.

Os Mayas, Egípcios, Nostradamus e as imagens do seu livro perdido apontam para o raro acontecimento no mundo que é o alinhamento galáctico e todas as profecias são parecidas e coincidem em datas. Entretanto, a humanidade ainda está aqui, não obstante a Terra já ter passado por cinco grandes destruições.

Fulcanelli, um antigo alquimista e estudiosos de símbolos, fez correlação direta entre a alquimia, que transforma os materiais; e a mudança que ocorrerá agora em 2012; onde a destruição de algumas espécies trará um colapso e posterior renascimento, como na sublimação e posterior colação alquímica.

Ainda afirma que na antiga fraternidade dos pedreiros (referência aos maçons) tem conhecimento de todos os fatos, o que se comprova nos signos incluídos em igrejas e catedrais góticas da Europa. Como o Leão, o touro, a figura humana = aquário e a águia, que seria igual ao signo de escorpião, encontrados na fachada da famosa Notre Dame, em Paris, circundando um sol central. Segundo o alquimista esses seriam signos de aviso do grande alinhamento galáctico.

Todas essas mensagens encontradas em textos, tradições orais, templos, pirâmides etc., podem apontar para 2012. Mas todas essas mensagens são cifradas. Nostradamus, que viveu no século XVI, em meio a perseguições de nobres e igrejas também cifrou as suas. As mensagens existem, resta saber se nós as interpretamos direito.

De toda forma, é fato que o clima e a Terra, nos últimos anos, tem apresentado um comportamento anômalo, dificultando até mesmo a percepção da passagem das quatro estações. Furacões, tornados, terremotos, tsunamis, aquecimento elevado, desaparecimento de espécies mais frágeis e outras tantas em risco de extinção.

Scholar e Jenkins afirmam que “Em 13.0.0.0.0, o sol no solstício de dezembro se encontrará na borda da Via Láctea. Nós podemos chamar isto de um alinhamento a nível galáctico com o meridiano do solstício. Este é um evento que ocorre apenas de milhares em milhares de anos, e é causado pela precessão dos equinócios. O lugar aonde o sol estará no solstício de dezembro é precisamente o local de uma grande Fenda Escura na Via Láctea – XIBALBA BE – a estrada para o submundo.

Ao meio dia do solstício de inverno de 2012, o Sol estará exatamente em conjunção com o centro da galáxia.


Estamos terminando mais um ciclo de 5.125 anos, todos esses ciclos sempre terminaram com destruição. Dentro dos ciclos de 5.125 anos temos 13 ciclos menores, conhecidos como kATUN(Baktun). Como você verá no vídeo.